Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
Entre as principais medidas do novo pacto do setor imobiliário estará a questão da declaração de dívidas. O comprador terá de assinar uma declaração em que aceita as dívidas em questão.
“Os ativos imobiliários valorizaram o país”, afirma ao DN o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, Luís Lima.
Parceria criada pelas duas empresas permite aquisição de dois centros comerciais ao Sierra Fund, sendo que a Sonae Sierra será responsável pela gestão dos dois centros.
O Instituto Nacional de Estatística publicou esta segunda-feira o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova e Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação de novembro.
Como grandes tendências para 2018, o vice-presidente da APPII destaca, o surgimento de um novo conceito de espaços e de partilha de serviços e que já vêm ganhando vários adeptos um pouco por toda a Europa e até já em Portugal (conceitos de young professionals, de coworking e mesmo até de co-living, ou projetos que combinam student hotels com student housing).
Um ano marcado por grandes transações, pela entrada em força de investimento estrangeiro, pelo crescimento da atividade na reabilitação urbana e do renascer de novos projetos de construção nova.
Até então, o instrumento de apoio financeiro ao arrendamento por jovens era concedido sob a forma de subvenção mensal não reembolsável, por períodos de 12 meses, podendo ser renovado em candidaturas subsequentes até ao limite de 36 meses.
Os fatores de correção extraordinária fixados anualmente, e que visam particularmente as rendas anteriores a 1980, foram hoje publicados em Diário da República.
Lisboa continua a ser a região onde é mais caro comprar casa. Bragança, Portalegre e Guarda são as capitais distrito onde comprar casa fica mais conta.
Os parlamentares socialistas vão levar ao plenário um projeto de lei que exige autorização prévia da assembleia de condóminos antes de uma fração ser transformada em alojamento local. O DN avança que António Costa e Fernando Medina estão contra a proposta de lei.
Os maiores proprietários encontram-se nas cidades de Lisboa e do Porto. O alojamento local subiu 76,5% em Lisboa e 126% no Porto, em comparação a dezembro de 2016.
O custo aumentou para 1 144 euros por metro quadrado. O INE divulgou esta quinta-feira o Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação referente a novembro.