Defesa

Bruxelas quer que 65% das componentes de armamento compradas venham da Europa e Ucrânia

A ideia consta da proposta para criação de um instrumento europeu para a indústria de defesa, designado Ação de Segurança para a Europa (SAFE, na sigla em inglês), no âmbito do pacote de medidas hoje publicado, na qual se reforça que “o custo dos componentes originários da União, [...] do EEE ou da Ucrânia não pode ser inferior a 65% do custo estimado do produto final”.
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Governo quer participar entre 35% e 51% em futura fábrica de munições e criar mais de 100 empregos

“O que pretendemos é uma participação significativa entre 35% e 51%. A fábrica poderá estar operacional em mais ou menos três anos. O investimento esperado, supõe-se, será à volta de 45 milhões de euros, sendo que também há possibilidades de entregas em espécie, mas com uma criação de mais de 100 postos de trabalho”, adiantou Nuno Melo, numa audição na Assembleia da República.
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