Conferências

OE2027: AD defende “orçamento de que o país precisa”, Chega fala em “orçamento zero” e PS justifica abstenção com a estabilidade

O Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) dividiu os partidos no painel político da conferência do Jornal Económico e da EY, em Lisboa. A AD elogiou um documento que reduz impostos e mantém excedentes, numa altura em que Portugal cresce acima da média da UE. O Chega acusou-o de não ter reformas estruturais e o PS reiterou que se vai abster, sem deixar de criticar a falta de resposta à habitação e aos combustíveis.
Maria Teixeira Alves21 Out
OE2027: AD defende “orçamento de que o país precisa”, Chega fala em “orçamento zero” e PS justifica abstenção com a estabilidade

Flotilha em Gaza? “Há um aproveitamento político de toda a situação”, diz co-founder da AMROP Portugal

Maria da Glória Ribeiro considera que a detenção de Mariana Mortágua é um exemplo de temas fraturantes que os partidos utilizam para ganharem relevância e que gerou um nível de agressividade através das redes sociais. "Qualquer pessoa através das redes sociais pode expor as suas ideias e isso leva a um conflito com outras", refere o consultor, Pedro Sampaio Nunes.
Flotilha em Gaza? “Há um aproveitamento político de toda a situação”, diz co-founder da AMROP Portugal

“Um dos pontos centrais da atuação do Governo é fazer a reforma da gestão financeira do Estado”, diz Joaquim Miranda Sarmento

Joaquim Miranda Sarmento destacou, na conferência anual do CAAD na qual o JE é parceiro, o pipeline de investimentos que serão executados de forma mais célere em Portugal caso se resolvam os constrangimentos atuais ao nível do mercado laboral e burocracia. E sinaliza que OE2026 vai trazer “o mínimo possível de alterações fiscais”. Só há mexidas no IRS e escalões do IMT.
“Um dos pontos centrais da atuação do Governo é fazer a reforma da gestão financeira do Estado”, diz Joaquim Miranda Sarmento