As finanças empresariais são uma área em que não é benéfico para ninguém ficar parado. Os líderes financeiros não se podem dar ao luxo de perder o comboio da inovação tecnológica.
Como toda legislação que é criada, visa proteger os passageiros/consumidores, considerados a parte mais fraca da relação jurídica, para que haja uma efetiva proteção dos seus interesses.
Há uma procura crescente de experiências omnicanal, flexíveis e unificadas. Um modelo que também permite às organizações conceber estratégias mais eficazes para oferecer aos consumidores a melhor relação qualidade/preço.
Sem desvalorizar o serviço personalizado oferecido pelas agências bancárias, os bancos procuram agora oferecer os seus produtos e serviços não só através de Homebanking, mas também de soluções Mobile, de simples utilização.
Uma democracia não se esgota nas instituições formais ou na mera representatividade de decisores. Mercados eficientes e livres contribuem de forma inequívoca para a manutenção da democracia e são promotores de prosperidade.
Conduzir com sucesso as organizações no atual ambiente volátil e exigente, requer dos seus líderes visão e atenção às evoluções, bem como ao desenvolvimento de aptidões relacionadas com a empatia, transparência, comunicação e resiliência.
A decisão de permitir a dedução fiscal dos prejuízos das empresas por tempo indeterminado, em vez dos atuais cinco anos, poderá ter efeitos perniciosos na economia e permite levantar algumas especulações sobre os seus objetivos e a quem beneficia.
O recurso a ‘legal tech’ é inescapável para qualquer escritório. No entanto, o verdadeiro desafio está em aprender com outros setores e indústrias e empreender uma verdadeira transformação do modelo operacional.
Durante a pandemia, governos e cidadãos tomaram o gosto pela intervenção estatal. Se há uma oportunidade, o Estado interfere. Se houver receios, o cidadão dependente ressaca.
As empresas que automatizam a gestão de despesas têm imediatamente a oportunidade de abordar as coisas de forma diferente, capacitando os colaboradores para uma gestão inteligente das despesas.
Um primeiro passo é a definição de uma política de investimento responsável que permita definir um quadro de referência e critérios nas decisões de investimento da empresa.
A adoção de medidas de controlo interno eficazes e concretas são obrigações, não só de cunho nacional, como comunitário e, portanto, internacional, que a cada dia se tornam mais restritivos e mais exigentes.
Num cenário de incerteza quanto à evolução da economia, em que a coesão da UE e da UEM é testada diariamente, seria muito útil ter um BCE credível e com uma liderança forte.
Perceber o impacto do ESG nas avaliações e, consequentemente, no valor dos ativos imobiliários é uma questão que nos surge todos os dias, e cada vez mais.
Há mais razões do que o efeito base e o fim da maioria das medidas de controlo sanitário para estar otimista face a 2022, sem descurar o turismo e uma menor exposição às consequências do conflito na Ucrânia.
A economia portuguesa, hoje dominada por uma euforia de crescimento contagiante, mostra-se alheia às contrariedades e desafia qualquer previsão de muito curto prazo.
A previsão para o curto prazo é encorajadora, mas os dados que se apontam para os anos seguintes são um aviso para executarmos as reformas consideradas indispensáveis e aplicar devidamente os fundos disponíveis.
Um dos fatores para a definição de políticas é se esta inflação é mais conjuntural ou mais estrutural. Uma parte dela, pequena, é controlada pelos decisores políticos. Mas o resto é um exercício complicado de adivinhação.
Mais de mil mortos por explicar em apenas duas semanas deveriam gerar mais inquietação. Não estivemos meses em confinamento para defender os mais vulneráveis? Qual o motivo para, agora, esse objetivo se ter tornado irrelevante?