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“Enquanto o SNS não estiver estabilizado, não conseguimos fazer mais mudanças”

O Ministério da Saúde não tem do que se queixar da dotação que terá no OE para 2025, até porque a proposta tem sido construída em colaboração com as Finanças. Ao JE, a secretária de Estado da Gestão da Saúde promete acabar com a dívida rolante ao sector e queixa-se dos níveis de execução do PRR. E avança que só pensará em mudanças estruturais quando a atual reforma estiver terminada.
“Enquanto o SNS não estiver estabilizado, não conseguimos fazer mais mudanças”

Abstenção portuguesa sobre IRC global na ONU contraria lusofonia

“A análise do padrão de voto indica que os países africanos e do Sul Global votaram a favor da resolução, enquanto grande parte dos países ocidentais ou se abstiveram ou votaram contra”, comenta o Representante Permanente de Angola junto das Nações Unidas, embaixador Francisco José da Cruz, em declarações ao Jornal Económico (JE).
Inês Amado23 Ago
Abstenção portuguesa sobre IRC global na ONU contraria lusofonia

Tempestade perfeita nas bolsas: é prematuro falar do fim do bull market?

A possibilidade de uma recessão divide os especialistas ouvidos pelo JE, que se mantêm contidamente otimistas quanto à evolução das bolsas após as quedas da última semana. Sinais sugerem que poderá ter sido apenas uma correção violenta e o excesso de liquidez terá contribuído para um mercado inflacionado, mas o emprego já voltou a dar sinais animadores.
João Barros9 Ago
Tempestade perfeita nas bolsas: é prematuro falar do fim do bull market?

“É incompreensível não haver taxas diferentes de IRC para quem traz valor”

Carlos Penalva e Francisco Quintela : Cofundadores de uma mediadora imobiliária de luxo defendem que a taxa de IRC aplicada às empresas deveria ser feito consoante o valor real que trazem para a economia. O grupo que dirigem cresceu 26% no primeiro semestre e o ticket médio de venda ronda o milhão de euros. “Estamos a vender um conjunto de ativos na ordem dos 50 milhões de euros”, revelam.
“É incompreensível não haver taxas diferentes de IRC para quem traz valor”

Rogério Fernandes Ferreira: “Esta é uma comissão de luxo que não tem a intenção de elaborar códigos novos”

O especialista em Direito Fiscal e ex- secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que preside a recém criada Comissão para a Revisão do Processo e Procedimento Tributário e das Garantias dos Contribuintes, defende ao JE que “a justiça tributária, incluindo a arbitral, deve e pode ser melhorada”. Fala sobre os desafios da nova comissão e afasta reformas estruturais, sinalizando alterações cirúrgicas.
Rogério Fernandes Ferreira: “Esta é uma comissão de luxo que não tem a intenção de elaborar códigos novos”