A questão mais polémica durante a audição de confirmação de Olivér Várhelyi foi a da saúde das mulheres, o que conseguiu impressionar os eurodeputados. Negativamente.
“A Europa desistiu de defender os seus próprios interesses”, disse o nacionalista Viktor Orbán em Baile Tusnad, uma cidade de maioria étnica húngara no centro da Roménia.
O BCE e a Fed, as eleições nos Estados Unidos e a tensão política na Europa. Estes são os temas em análise nesta edição do podcast do JE "Mercados em Ação".
A fervilhante campanha presidencial nos EUA, a surpreendente diplomacia chinesa e as próximas dores de cabeça na União Europeia com Viktor Orbán à cabeça. Estes temas serão alvo de análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
A presidente cessante da Comissão Europeia e candidata a continuar discursou antes da votação no Parlamento Europeu que decidirá se é ou não reeleita para um novo mandato.
Com o Parlamento Europeu renovado - e em grande agitação por causa da Ucrânia - a reeleição da alemã pode não ser tão fácil como as demoradas negociações de bastidores sugerem. Há cinco anos, foi eleita por apenas nove votos.
O eurodeputado do Chega António Tânger Corrêa vai assumir uma das vice-presidências do grupo europeu Patriotas pela Europa, família política que será presidida pelo líder da União Nacional, o francês Jordan Bardella. “O Chega conseguiu negociar uma vice-presidência desse grupo, significa que estaremos também no Parlamento Europeu representados ao mais alto nível”, afirmou o líder do partido em […]
O ainda representante máximo da União para a política externa, Josep Borrell, viu-se obrigado a esclarecer que o primeiro-ministro húngaro não representou a UE na reunião dos Estados Turcos.
“Queria ouvir e escutei a opinião de Putin (…) As posições estão muito distantes, é preciso dar muitos passos para chegar mais perto do fim da guerra, mas o passo mais importante foi o estabelecimento de contactos e vou continuar a trabalhar", afirmou Orbán em declarações à imprensa no âmbito da sua visita de surpresa à capital russa, que motivou críticas dos seus pares europeus.
O líder húngaro deslocou-se na terça-feira a Kiev para se encontrar com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa iniciativa inédita e apesar das relações frias entre os dois países, em particular devido à indulgência de Budapeste face à invasão russa da Ucrânia.
A publicação do presidente do Conselho Europeu, na rede social X, surgiu na sequência de notícias sobre uma alegada visita a Moscovo do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
Têm esta segunda-feira início seis longos meses de presidência húngara do Conselho da União, um dia depois de Viktor Orbán ter anunciado a formação de uma nova família política europeia.
“Enquanto presidência, atuaremos como mediadores honestos, colaborando fielmente com todos os Estados-membros e instituições”, afirma o embaixador húngaro para a União Europeia, Ódor Bálint.
Falando aos jornalistas enquanto decorre uma reunião do Conselho Europeu, Balázs Orbán, o diretor político do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, sustentou que o país é contra os nomes que estão a ser apresentados para principais cargos da União Europeia (UE).
O encontro decorreu antes da cimeira europeia desta semana, que se prevê seja importante no que se refere às decisões sobre os cargos de topo do bloco comunitário europeu, após as eleições europeias deste mês.
No final da primeira reunião presencial entre os Estados-membros, o impasse continua e António Costa ainda não é presidente do Conselho Europeu. Talvez mais para o final do mês. Talvez só por meio mandato.
"É um candidato muito forte. Tem muita experiência como primeiro-ministro. É um amigo e colega próximo", afirmou Stoltenberg, citado pela agência EFE, em Washington, onde se encontrou segunda-feira com o Presidente norte-americano, Joe Biden, e hoje com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken.
“A Hungria está pronta a apoiar a candidatura do primeiro-ministro Rutte a secretário-geral da NATO”, afirmou Orbán nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
"Esta Comissão Europeia fracassou na agricultura, na guerra, na imigração e na economia. Agora deve sair", defendeu Orbán numa entrevista ao italiano Il Giornale, na qual também apelou a uma maior cooperação entre os partidos de extrema-direita, num contexto que considerou uma “oportunidade histórica para realizar uma mudança”.