O chefe de Estado, que assumiu funções há pouco mais de um mês, vai viajar para a capital espanhola no domingo. Os encontros institucionais serão na segunda-feira.
O líder do Partido Socialista espanhol e do Governo de Madrid disse que ele próprio e a mulher, Begoña Gómez, estão há meses a ser vítimas da “máquina de lodo” da direita e da extrema-direita e que não sabe se vale a pena continuar à frente dos cargos perante um "ataque sem precedentes, tão grave e tão grosseiro".
Além desta manifestação, centenas de pessoas ligadas à cultura em Espanha e os líderes das duas grandes centrais sindicais do país reuniram-se hoje num auditório em defesa da "legitimidade democrática, o respeito e a convivência" perante o "ódio, a falta de pudor e a mentira".
De surpresa em surpresa, a noite eleitoral lançou o país no limbo da instabilidade. Ninguém ficará admirado se os espanhóis forem chamados às urnas em poucas semanas. Até lá, o PP tentará ser alternativa ao PSOE – mas nem disso há certeza.
Os dados, provisórios e divulgados na página internet do Ministério, baseiam-se na participação comunicada por cerca de 80% das mesas de voto, que abrangem 82% dos eleitores.