Uma década depois, o país chega a uma encruzilhada: há avanços nas contas públicas e na energia, mas persistem bloqueios na produtividade, investimento e na criação de valor.
Durante a conferência do 10º aniversário do Jornal Económico, o ex-líder do PSD e antigo presidente da Câmara Municipal do Porto afirmou que existe na sociedade portuguesa e na europeia, "um descontentamento profundo das pessoas" e apontou a urgência de reformas do sistema judicial, do sistema político e do Estado.
O ex-presidente do PSD Rui Rio considerou que o caso Luís Neves “abala profundamente” a credibilidade do PSD e do Governo, mas também do PS, considerando que polémicas como esta alimentam partidos populistas como o Chega.
Ex-presidente do PSD afirma que a Procuradoria-Geral da República "devia entender que tem de mudar, aprendendo com a irrelevância que o povo lhe atribuiu" nas eleições da Madeira.
O antigo líder social-democrata criticou ausência de um "forte incentivo à poupança": “Nunca houve nos Orçamentos do PS, e aqui também não há. À poupança das famílias, das empresas e do Estado".
José Luís Carneiro, Rui Rio e António Tavares são três dos nomes que vão marcar presença este sábado, dia 5 de outubro, no debate “Que Porto para 2045?”, organizado pelo movimento cívico Porto com Porto.
À semelhança das suas declarações em dezembro, Rui Rio volta a defender que a PGR não tem condições para continuar no cargo. Ex-líder do PSD considera que Lucília Gago não tem o perfil de PGR por ter "um comportamento arrogante e prepotente".
Estas personalidades, nas quais se incluem antigos ministros e presidentes da Assembleia da República, contestam também “as montagens do já habitual espetáculo mediático, nas intervenções do Ministério Público contra agentes políticos, a par da colocação cirúrgica de notícias sobre investigações em curso”.
Lembro-me bem de Rui Rio ter repetido à exaustão que o regime precisava de se reinventar e de ter propostas nesse sentido. Caiu-lhe o regime em cima. Hoje, o regime lamenta-se...
O ex-presidente do PSD partilhou um artigo de opinião do diretor-executivo da CNN Portugal e sugere que além de Lucília Gago, os portugueses devem agradecer ao Presidente da República a atual situação política.
O atual presidente do PSD e o seu antecessor chegaram hoje juntos, a pé, a uma arruada em Viana do Castelo, e até subiram a uma varanda fazendo o “V” de vitória, no que ambos disseram tratar-se de um sinal de união.
Será em Viana do Castelo que a comitiva da AD contará com a presença do anterior líder social-democrata, Rui Rio, que entra nesta campanha pela primeira vez.
O ex-líder do PSD defendeu mudanças no Conselho Superior do Ministério Público que conta com uma maioria de 12 procuradores contra sete personalidades independentes, dando o exemplo do Caso Influencer que nem sequer chegou a ser debatido neste órgão.
O número, que como o antigo líder da oposição recorda representa quase 6% da população portuguesa, coloca enormes reservas a Rui Rio, sendo que este economista deixa quatro questões: "Com que critério? Com que objetivo? Com que necessidade? Com que capacidade de os acolher decentemente?".
Sobre as buscas da PJ por alegados crimes na gestão do PSD, o presidente do SMMP defende ao JE que se o meio de obtenção de prova é necessário para a comprovação do crime é sempre proporcional. E reitera que os órgãos do poder político não podem imiscuir-se na condução dos inquéritos criminais e exigir que a Procuradora-Geral da República preste esclarecimentos sobre determinados processos.
O Presidente da República sublinha que não pode "comentar a atuação do presidente da Assembleia da República, como o Presidente da Assembleia não comenta a atuação do Presidente da República", referindo-se às declarações recentes de Augusto Santos Silva sobre a investigação da PJ.
O presidente do sindicato dos Magistrados do Ministério Público não compreende as críticas à forma como foram conduzidas as buscas à sede do PSD e à casa de Rui Rio, acusando a classe política de tentativa de interferência em investigações judiciais.
Ex-líder do PSD entregou à PJ estudo da Deloitte sobre custos, tarefas e avaliação salarial dos funcionários do partido e da AR. Documento, que estava no computador de Rio, foi encomendado à consultora que também foi alvo de buscas na semana passada.