O aumento de interesse por áreas tecnológicas de ponta não é apenas um reflexo das mudanças na economia global, mas também uma indicação das aspirações de uma nova geração de jovens.
Prever as necessidades do nosso mercado laboral para o futuro próximo e ajustar os conteúdos e cursos do nosso sistema de ensino superior, sem comprometer a diversidade da formação, é apenas uma das medidas a considerar.
O polémico IRS Jovem é um passo importante de fixação de talento em Portugal, pois aumenta o salário líquido dos jovens, mas não basta, tendo em conta que 75% dos jovens ganham menos de 1000 euros.
Apenas quatro empresas, das 21 que aderiram ao projeto-piloto da semana de quatro dias de trabalho, decidiram regressar à jornada semanal de cinco dias de trabalho. Um modelo com virtudes?
Enquanto não se encontrarem soluções para a questão da habitação e dos baixos salários, dificilmente podemos ter jovens com elevada formação a contribuírem para o PIB português.
Não defendo um Estado reduzido aos mínimos ou que os impostos deviam estar nos 5% ou 10%. Isso significaria abdicar do Estado Social e caminhar para um abismo social.
Uma questão fundamental para as finanças sustentáveis é saber se os investidores que “fazem bem, fazem melhor”, ou seja, se os investidores com preocupações ESG tem melhores rentabilidades financeiras.