O verdadeiro teste à igualdade de oportunidades não é saber quantos conseguem entrar no ensino superior. É saber até que ponto o rendimento da família continua a prever quem consegue chegar ao fim.
As famílias mais ricas dispõem de um rendimento discricionário 12 a 17 vezes superior ao das mais pobres. Entre 2015 e 2022 o rendimento discricionário aumentou em Portugal entre 24% e 40%, mas as desigualdades e dificuldades das famílias mantêm-se.