A identidade europeia não pode ser uma categoria administrativa. Tem de voltar a ser uma ideia moral e cultural, baseada na liberdade, na igualdade e no primado da lei.
Numa altura em que a Europa se confronta com alguns espasmos de dor que não são de crescimento, mas de afirmação e continuidade, é importante voltar a Norman Davies.
Em cada cinco portugueses que votaram, quatro não escolheram o Chega. Há perigos evidentes no caminho, mas não há cura possível se os democratas tentarem gritar mais do que eles.
Um projeto de futuro não pode estar dependente de um ciclo político de curto prazo. Implica, obrigatoriamente, um consenso entre as diferentes forças políticas angolanas, com representação política e social em todo o território nacional e sem uma centralização.
O PSD ainda não lutou por criar as condições para uma alternativa eleitoral, parlamentar e de governo credível, possível, ganhadora, com verdadeiro potencial: PSD, IL e CDS.