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Governo de Hong Kong diz que venda de portos no Panamá merece atenção especial

No início de março, o gigante de Hong Kong chegou a um acordo de princípio para vender os portos que controla junto ao Canal do Panamá desde 1997, bem como outras instalações portuárias em todo o mundo, a um consórcio norte-americano liderado pela gestora de ativos BlackRock, que prevê pagar cerca de 19 mil milhões de dólares (17,4 mil milhões de euros).
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Pequim dá voz a crítica sobre venda de portos do Panamá a empresa dos Estados Unidos

A publicação de Hong Kong, o Ta Kung Pao, referiu que o negócio conhecido no início do mês entre o CKH e os norte-americanos da BlackRock "é um ato hegemónico dos Estados Unidos, que utilizam o seu poder nacional para usurpar os direitos e interesses legítimos de outros países através de meios desprezíveis como a coerção, a pressão e o incentivo, e é uma política de poder sob a forma de 'comportamento comercial'".
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