O Museu Kröller-Müller, nos Países Baixos, reúne pela primeira vez, numa única exposição, as 88 pinturas de Van Gogh que integram o seu acervo. Uma exposição arrojada em torno da fé, esperança e amor.
Aquisição, este mês, da Nexperia pelo governo dos Países Baixos, alegando motivos de segurança, gerou conflito com a China. O país asiático decidiu proibir as exportações. Agora a unidade chinesa da empresa retoma venda de chips mas apenas no mercado interno. Existem também instruções para que transações sejam feitas em moeda chinesa, reporta a Reuters.
A maior empresa do mundo de fabricação de máquinas para produção de chips anunciou vendas de 7,5 mil milhões no período em referência. E antecipa um bom ano no final de 2025, que se repetirá em 2026 – exceto no outrora excelente mercado da China.
O Governo dos Países Baixos decidiu adquirir a empresa chinesa de chips Nexperia alegando motivos de segurança. A decisão não agradou a China que decidiu impor restrições de exportação à empresa.
O executivo dos Países Baixos invocou de forma "altamente excecional" a lei 'Availability of Goods Act', para adquirir a empresa devido a "sinais agudos de graves deficiências de governação" na empresa e por identificar um possível "risco para a segurança económica" dos Países Baixos e da Europa.
O governo dos Países Baixos acionou a lei 'Availability of Goods Act', que numa tradução livre seria a 'Lei da Disponibilidade de Bens', para tomar controlo da Nexperia, invocando "sinais agudos de graves deficiências de governação" e por as perdas de capacidades ao nível dos chips poder "representar um risco para a segurança económica dos Países Baixos e europeia".
Pela primeira vez, o ministério da Economia invocou a Lei de Disponibilidade de Bens, alegando “uma ameaça à continuidade e salvaguarda, em solo holandês e europeu, de conhecimento tecnológico e capacidades cruciais”.
Partido de Geert Wilders, que ganhou as eleições anteriores mas não conseguiu formar governo – conseguiu lançar o país em novas eleições, que, segundo as sondagens, se prepara para vencer.
"Isto faz dos Países Baixos o primeiro país a dar continuidade aos acordos assinados entre a NATO e os Estados Unidos (EUA) sobre a compra de armas de defesa aérea norte-americanas para a Ucrânia, entre outras coisas", afirmou o primeiro-ministro neerlandês em exercício, Dick Schoof, numa mensagem nas redes sociais.
O seu uso é alegadamente "generalizado", diz o ministro da Defesa neerlandês, com base na Inteligência militar do seu país. Ministro pede sanções mais duras contra o país agressor.
Mesmo sabendo que os investimentos serão feitos a várias velocidades e com as reticências de Espanha, que o presidente dos EUA ameaçou, os outros 30 membros da aliança comprometeram-se com tudo o que veio de Washington, aliviando-se do pânico de que a estrutura militar desaparecesse.
“Estou comprometido em salvar vidas, com a segurança e darei uma definição exata [do que significa o Artigo 5.º] quando chegar [à cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte – NATO]”, afirmou Donald Trump a bordo do avião presidencial Air Force One, a caminho de Haia, nos Países Baixos, para participar na reunião de líderes da Aliança Atlântica.
De extrema-direita se fala no caso dos Países Baixos, onde Geert Wilders decidiu minar a coligação com a direita tradicional. Um caso que de algum modo servirá de ‘jurisprudência’ à Europa no que tem a ver com o fim das cercas sanitárias criadas em volta dos extremistas. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
"Nos próximos meses trabalharei com os municípios e outras partes interessadas para nos prepararmos para este dia importante para a nossa democracia, para que tudo corra bem!", escreveu a ministra do Interior, Judith Uitermark, na rede social X.
Subitamente, as eleições presidenciais na Polónia fizeram regressar a Bruxelas o temor face ao ‘desalinhamento’ que um dos cinco maiores países da União volta a manifestar. Estes e outros merecem a análise por parte do embaixador Francisco Seixas da Costa.
O governo de coligação, liderado por um independente, não resistiu à demissão – que os seus correligionários consideram uma ficção – do líder dos extremistas, Geert Wilders. País dificilmente escapará a eleições antecipadas.
Em conferência de imprensa após uma reunião ministerial de quase duas horas, Schoof revelou que apresentará as demissões dos cinco ministros do partido de extrema-direita PVV ao Rei Willem-Alexander e que, a partir de então, o Governo ficará remetido à gestão de assuntos em curso.
A extrema-direita deixou a coligação que governava os Países Baixos, alegando que a política de imigração não é a que estava combinada. Mas pode ter em vista conseguir governar sozinho, num quadro de eleições antecipadas.
No espaço de um mês entre o Liberation Day de 2 de abril e o dia de hoje a maioria dos principais índices europeus e norte-americanos ainda estão no vermelho. Contudo as bolsas da Alemanha, Espanha e o Nasdaq já voltaram ao verde. Mas se levarmos em consideração o início do ano os mercados norte-americanos estão ainda com perdas ao contrário dos principais índices europeus.
A 'startup' chinesa utilizou um financiamento muito mais reduzido para desenvolver o seu modelo de IA e parece ter deixado de lado questões como a segurança. Falhou a 100% um teste realizado pela tecnológica Cisco e são vários os governos que decidiram bloquear aquela plataforma.
É um dos mais importantes setores da economia e uma área onde a Europa está claramente em segundo plano face aos Estados Unidos e à Ásia. O investimento nipónico assume, nesse contexto, especial significado.