A confirmar-se, será a primeira visita de Witkoff e Kushner, os principais negociadores da administração Trump para o conflito na Ucrânia, a Kiev, embora os russos estejam a tentar demover os seus homólogos norte-americanos.
Em declarações à agência de notícias russa, o porta-voz da Presidência da Rússia, Dmitri Peskov, disse que o objetivo da deslocação do diretor da CIA a Moscovo está relacionado com contactos entre as agências de informações, mas não forneceu mais detalhes.
A III Semana Internacional Editorial de Moscovo começou esta quinta-feira na capital russa e decorre até 19 de julho, reunindo representantes de 17 países, com especial destaque para os laços com a América Latina.
"Penso que muito em breve, os nossos colegas habituais, Steve Witkoff e Kushner, virão a Moscovo e continuaremos o nosso diálogo com eles", disse Yuri Ushakov, conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, à televisão estatal russa Vesti.
"Até à data, não houve qualquer pedido oficial dirigido à Ucrânia relativamente ao formato da cessação das hostilidades que estão a ser discutidas nas redes sociais russas", frisou Zelensky numa mensagem publicada na rede social X.
De acordo com o relatório divulgado hoje pela força aérea da Ucrânia, as defesas aéreas conseguiram neutralizar 100 dos 126 drones de longo alcance russos, dos quais cerca de 80 eram aeronaves de fabrico iraniano Shahed.
Wang Yi reuniu-se em Pequim com o secretário do Conselho de Segurança russo no âmbito de um novo ciclo de “comunicação estratégica”, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.
Yuri Ushakov, conselheiro do Presidente russo, Vladimir Putin, indicou que foi alcançado um acordo para esta visita, segundo declarações que realizou para a televisão estatal russa.
"Steve Witkoff irá, talvez com Jared (Kushner, genro de Trump). Não tenho a certeza se Jared irá, mas está envolvido no processo, é um tipo inteligente, e vão reunir-se com o Presidente Putin, creio, na próxima semana em Moscovo", frisou o Presidente norte-americano aos jornalistas a bordo do Air Force One.
"A Rússia não é de forma alguma um tigre. A Rússia é geralmente associada a um urso. Não existem ursos de papel e a Rússia é um urso verdadeiro", disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, numa entrevista à rádio RBC.
Apesar de esforços diplomáticos para encontrar uma solução para o conflito, incluindo dos Estados Unidos, a Rússia efetuou nas últimas horas um dos maiores bombardeamentos da guerra que iniciou em fevereiro de 2022.
O porta-voz do exército ucraniano para a região, Viktor Tregoubov, confirmou a entrada das tropas russas em Dnipropetrovsk onde "decorrem atualmente combates", em declarações à agência de notícias francesa France-Presse (AFP).
O presidente russo observou que as autoridades russas supervisionam constantemente a restauração, o desenvolvimento da economia, as infraestruturas sociais, de transportes e outras nas regiões ocupadas.
Kiev e Moscovo concordaram libertar todos os seus prisioneiros de guerra jovens ou feridos e devolver os restos mortais dos combatentes mortos, único resultado concreto dessas negociações na Turquia.
“Estamos dispostos a fazer tudo para alcançar a paz”, disse o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andriy Yermak, aos jornalistas, à entrada da sala de negociações, segundo a agência francesa AFP.
O ataque ocorre poucas horas antes das conversações na Arábia Saudita entre representantes ucranianos e norte-americanos, que procuram uma solução para o conflito na Ucrânia.
“São necessários acordos firmes sobre uma solução definitiva”, afirmou a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, para quem uma suspensão do conflito, permitindo às tropas “reorganizarem-se”, é “absolutamente inaceitável, uma vez que conduziria exatamente ao resultado oposto”.
O Presidente da Guiné-Bissau está a viver os últimos momentos de mandato, envolto em polémica, pela data em que este termina, mas também pela dissolução de um Parlamento com uma maioria qualificada.
Visita de Estado do Presidente da Guiné-Bissau à Rússia decorre em plena missão de alto nível da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (CEDEAO) em Bissau.