Sissoco Embaló visita “irmão” Putin, de quem recebe apoio para as eleições

O Presidente da Guiné-Bissau está a viver os últimos momentos de mandato, envolto em polémica, pela data em que este termina, mas também pela dissolução de um Parlamento com uma maioria qualificada.

Sissoco Embaló visita “irmão” Putin, de quem recebe apoio para as eleições
Presidência da República da Guiné-Bissau | Facebook

Foi com honras da Guarda do Exército Vermelho que o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, se despediu do “irmão” Vladimir Putin, como o próprio afirmou durante a visita de Estado à capital moscovita, que terminou esta quinta-feira.

Em Bissau, Sissoco Embaló já não é, para a oposição, o presidente dos guineenses. Em Baku, para onde viajou a seguir, a partir de Moscovo, o titular do cargo continua o seu périplo de encontros como Presidente da Guiné-Bissau. No domingo, dia em que a delegação da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental ( CEDEAO) aterrou no país, Sissoco Embaló anunciou a data das eleições gerais: 30 de novembro de 2025. Mas a oposição exige a sua marcação para maio.

No encontro com Sissoco Embaló, Putin afirmou que os laços entre os dois países se foram “expandindo com sucesso, com base no respeito mútuo e na confiança crescente”.

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