Em comunicado, a Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex) indica que, nos primeiros oito meses do ano, registaram-se cerca de 75 mil deteções de entradas irregulares na União Europeia (UE), menos 35% do que em 2025.
Segundo Sánchez, continuam a ser investigadas a origem e as causas exatas do que ocorreu em 30 de julho no enclave espanhol de Ceuta, localizado no norte de África, mas não há "nenhuma informação", por parte das forças de segurança nacionais e serviços de inteligência de Espanha ou outros, que responsabilize ou aponte para "a participação de uma forma ou outra" de Marrocos.
A mensagem do executivo da cidade autónoma, divulgada através da rede social X, vem acompanhada de um cartaz com as mensagens: "Ceuta somos todos, não à violência, sim à união" e "Ceuta acima de tudo".
Segundo a EFE, o Governo local não divulgou dados sobre o número de agentes mobilizados, embora tenha confirmado que as forças de segurança continuam mobilizadas e preparadas para intervir caso ocorra alguma contingência.
A Europa está decadente e descristianizada. Um dos sinais dessa decadência é a má-fé com que se usa uma caricatura do Evangelho para intimidar cristãos no debate migratório.
De acordo com três fontes anónimas citadas pelo Politico, o novo mecanismo, acordado na segunda-feira, permite a partilha de informação e a cooperação com organizações de verificação de factos.
“O estado de ânimo é de tristeza, de choque, mas de determinação de continuar a viver neste belo país, que de facto acolheu os portugueses desde há décadas, há séculos até, de forma exemplar, integrando-os plenamente. Aqueles que perderam [o modo de vida], querem reconstruir, os seus modos de vida, o seu contexto de família e de vida, aqui na Venezuela”, disse à agência Lusa.
“A cínica propaganda do Governo de Meloni produziu aquilo que era previsível: um efeito ‘boomerangue’ que os italianos vão pagar caro”, afirmou num comunicado o líder da Aliança Verdes e Esquerda, Nicola Fratoiani, numa alusão à decisão do governo italiano tomada após os acontecimentos em Ceuta, enclave espanhol em Marrocos.
“Todos os imigrantes que quiserem entrar em Portugal e que tenham condições para trabalhar, designadamente se tiverem um emprego e uma casa, entram com grande facilidade, há quase que uma via verde”, afirmou Manuel Castro Almeida.
“Por estes dias, em que nós assistimos incrédulos a fenómenos de falta de regra, de regulação, do fluxo migratório e em que alguns teimam em adotar políticas que têm muitas vezes um efeito de chamada, chamam as pessoas sem lhes proporcionar as condições para os acolher e integrar, em Portugal estamos a fazer aquilo que tem de ser feito. Estamos a criar condições para que as pessoas tenham dignidade quando vêm para Portugal”, disse Luís Montenegro à margem da inauguração da primeira Unidade de Saúde Familiar gerida por privados do país.
No mais recente relatório sobre "Migração ao Longo da Rota da África Oriental e Austral", consultado hoje pela Lusa, a OIM refere que em 2025 foram monitorizados pelo menos 33.700 fluxos em Moçambique com destino à África do Sul, contra os 40.000 fluxos monitorizados durante 2024.
"Os países da UE não podem simplesmente passar as suas obrigações em matéria de direitos humanos para países terceiros", afirmou o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
“A falta de uma norma clara sobre a transição da legislativa, além da frustração de diversas expectativas, é o que vai mais gerar algo contencioso em Portugal”, detalhou à Lusa Fernando Senise, brasileiro radicado em Portugal há oito anos, sócio do Brasil Salomão e coordenador do escritório em Portugal, que atua como ponte para empresas brasileiras em processos de expansão para a União Europeia.
Em entrevista à Lusa, Rui Armindo Freitas, que é também secretário de Estado Adjunto da Presidência, explicou que Portugal mantém a recusa de receber novos requerentes de asilo, uma decisão que já motivou uma multa de instâncias europeias de 8,44 milhões de euros, até que seja apreciada a argumentação que levou o país a recusar a entrada de 420 requerentes de asilo que aguardam em centros europeus.
Em entrevista à Lusa, Rui Armindo Freitas, também secretário de Estado Adjunto da Presidência, explicou que as “regras de Portugal eram absolutamente singulares no contexto europeu, e transformaram Portugal no país com maior efeito chamado sobre a própria imigração ilegal”.
“O Ministério da Administração Interna está a trabalhar com muita rapidez para, nos próximos meses, termos as vagas de que necessitamos”, para cumprir os compromissos do Pacto Europeu de Migração e Asilo, afirmou Rui Armindo Freitas, em entrevista à Lusa.
"Hoje todas as senhoras e senhores deputados têm o poder de dar a Portugal a Lei da Nacionalidade que os portugueses querem", afirmou Leitão Amaro na abertura da reapreciação parlamentar da Lei da Nacionalidade após o chumbo do Tribunal Constitucional, invocando o consenso que crê existir na sociedade de que a atribuição da cidadania portuguesa a estrangeiros "pressupõe já haver integração, não ser uma ajudinha que se dá".
Segundo Carlos Abade, os migrantes interessados em participar na segunda edição do programa poderão candidatar-se entre 01 e 30 de abril, numa nova plataforma que visa agilizar o processo.
No Dia Internacional dos Migrantes, numa mensagem publicada na página da internet da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considera que a História mostra “como as migrações têm sido uma expressão da capacidade das pessoas em ultrapassar adversidades na procura de melhores condições de vida”.
O Brasil continua a ser o país com mais residentes em Portugal: 485 mil, cinco vezes mais do que o número de residentes da Índia, segundo no mapa das nacionalidades. A Ucrânia é o primeiro país europeu e a Itália o primeiro da União Europeia.