As ‘Notas da Comunidade’ foram implementadas nas redes sociais da Meta em abril nos Estados Unidos da América (EUA), substituindo o programa de verificação de factos que a empresa liderada por Mark Zuzkerberg tinha até então.
A verba deve ser investida até 2028. A Meta, dirigida por Mark Zuckerberg, já tinha anunciado que ia aumentar em 2025 e 2026 a sua despesa de capital com infraestruturas ligadas à inteligência artificial.
A Nvidia liderou as Sete Magníficas (Alphabet, Amazon, Meta, Tesla, Microsoft, Apple, Nvidia) nos resultados do segundo trimestre. Este grupo de empresas cotadas nos mercados financeiros viu as suas receitas aumentarem 15% e o lucro operacional disparar 24%. A Tesla foi a única que apresentou quebras nos parâmetros em análise.
Esta divisão de superinteligência da Meta, para a inteligência artificial, foi anunciada foi Mark Zuckerberg, em junho. Empresa tecnológica tentou atrair pessoas para este novo projeto através de avultadas somas monetárias que podiam atingir os 100 milhões de dólares. Passado cerca de dois meses já saíram pelo menos oito pessoas, refere o Business Insider.
Mas Mark Zuckerberg não concordou com a ideia apresentada por Elon Musk, refere a agência noticiosa Reuters. A revelação foi feita em documentos judiciais no âmbito de um processo que envolve Elon Musk e o proprietário da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman.
As medidas visam organizar melhor a Meta para que possa atingir o seu objetivo de superinteligência e desenvolver produtos de IA mais rapidamente para competir com outras empresas. Além disso, Alguns executivos de IA devem sair.
O Ministério Público denunciou a "proliferação" destes agentes de conversação, mais conhecidos como 'chatbots', criados e personalizados pelos utilizadores usando a inteligência artificial (IA) generativa da Meta, o AI Studio, de acordo com um documento enviado à tecnológica na sexta-feira.
Estes resultados voltaram a superar as perspetivas de mercado e fez com que as suas ações subissem quase 10% nas negociações fora de horas, o que “pode ser um novo máximo histórico para a empresa”, referem os analistas da XTB.
A Meta teve lucros de 18,3 mil milhões de dólares no segundo trimestre e viu a receita aumentar 22% para os 47,5 mil milhões de dólares. Para o terceiro trimestre, a expetativa é que a receita se situe entre os 47,5 e os 50,5 mil milhões de dólares.
O código de prática para a IA (que se engloba no AI Act), publicado em julho pela UE, apesar de voluntário, tem gerado discórdia. Para além da rejeição da Meta, um conjunto de 40 empresas europeias pediram um adiamento. OpenAI e Microsoft estão do outro lado da barricada.
A tecnológica terá entrado no capital da maior fabricante de óculos do mundo, com recurso a um investimento na ordem de 3,5 mil milhões de dólares. As duas já lançaram duas gerações de óculos com IA integrada e a possibilidade de voltarem a fazê-lo está a animar os mercados.
Analistas consultados pelo Jornal Económico (JE) esperam um bom crescimento das sete magníficas no segundo trimestre embora fique abaixo dos resultados do primeiro trimestre. Projeções referem que os resultados deste grupo de empresas aumente 14%, no segundo trimestre, face aos 9,4% do índice de referência.
No primeiro trimestre de 2025, a ANACOM recebeu 27 reclamações sobre serviços digitais, com cerca de metade das quais contra os prestadores de serviços intermediários da Meta – as plataformas Facebook (30%) e Instagram (15%), e o Whatsapp (4%).
Em termos globais as receitas deste grupo de empresas, subiu dos 460 para os 516,1 mil milhões de dólares, no primeiro trimestre, face ao ano anterior. Já quanto ao lucro líquido (net income) passou de 107,9 para os 137,6 mil milhões de dólares, e o lucro operacional (operating income) cresceu dos 127,9 para os 149,9 mil milhões de dólares.
Em abril, a empresa-mãe das redes sociais anunciou que todos os conteúdos públicos das suas plataformas, com exceção do serviço de mensagens privadas WhatsApp, seriam doravante utilizados para treinar os seus modelos de IA.
A Comissão Europeia decidiu hoje aplicar multas às gigantes tecnológicas Apple (500 milhões de euros) e Meta (200 milhões de euros) por violação da Lei dos Mercados Digitais.