Amazon, Google, Meta, Microsoft, xAI, Oracle e a OpenAI devem reunir-se com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, numa reunião, na Casa Branca, a 4 de março, para assinar o compromisso.
De acordo com o ‘New York Times’, a Meta vai comprar um valor de chips equivalente a seis gigawatts de eletricidade, o que é suficiente para abastecer mais de cinco milhões de residências. Este acordo pode fazer com que a empresa de Zuckerberg adquira uma participação financeira de até 10% na AMD.
As Big Tech terão de implementar uma transformação estrutural dos modelos de negócio. O futuro exigirá um equilíbrio entre proteção de menores, privacidade e viabilidade económica. Leia aqui a análise da corretora XTB.
A empresa liderada por Mark Zuckerberg tinha anteriormente abandonado os planos para um relógio em 2022, devido a desafios técnicos e medidas de redução de custos.
O setor global da tecnologia mostra sinais de que a redução da força de trabalho não está a desacelerar, insistindo numa tendência que já se manifestava desde o ano passado. Os Estados Unidos são o país mais afetado, com a Amazon e a Meta no topo da lista.
O presidente e CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que "ninguém implementa" a IA à escala da Meta — "integrando investigação de ponta com infraestruturas de escala industrial para impulsionar os maiores sistemas de personalização e recomendação do mundo" para milhares de milhões de utilizadores.
De acordo com Bruxelas, “a conduta da Meta pode bloquear a entrada ou a expansão de concorrentes no mercado de assistentes de IA, que está em rápido crescimento”.
Entre as grandes tecnológicas, integradas nas Sete Magníficas, falta reportar resultados a Nvidia algo que acontece a 25 de fevereiro. Apesar destes resultados todas as cotadas, com exceção da Apple, foram penalizadas pelo mercado.
Os resultados ligados à cloud (ou nuvem) fizeram que a Microsoft desvalorizasse mais de 10%. A SAP chegou a cair 16% devido ao crescimento da carteira de encomendas que apresentou na nuvem.
No último trimestre do ano a dona do Facebook registou um aumento de 9% nos lucros, para 22,8 mil milhões de dólares, enquanto as receitas subiram 24% até aos 59,9 mil milhões.
As Sete Magníficas começam a apresentar resultados, referentes ao quarto trimestre, esta quarta-feira com Microsoft, Meta e Tesla. Na quinta-feira é a vez da Apple. Amazon, Alphabet e Nvidia divulgam as suas prestações a 5 de fevereiro, 4 de fevereiro e 25 de fevereiro. Na quarta-feira Fed toma decisão sobre taxas de juro.
O ministério do Comércio chinês indicou que vai "avaliar e investigar" o enquadramento legal da operação, que envolveu a mudança da sede da Manus para Singapura antes da sua venda ao grupo que detém o Facebook, Instagram e WhatsApp.
Em causa está a nova política da tecnológica, que impede fornecedores (como o ChatGPT da OpenAI) de utilizarem uma ferramenta que permite às empresas comunicarem com clientes através do WhatsApp (a WhatsApp Business Solution), quando a IA é o principal serviço oferecido. Bruxelas vai avaliar se esta ferramenta não viola as leis anti concorrência do bloco.
Acordo a se concretizar entraria em vigor em 2027, de acordo com o The Information. Negociações incluem ainda o aluguer de chips da Google Cloud pela Meta, em 2026. A notícia está a fazer subir as ações da Alphabet (proprietária da Google) e da Meta em 2,1% e 2%. A Nvidia está a desvalorizar 7%.
De acordo com a “Reuters”, esta informação estava presente em documentos que não foram editados e que faziam parte de uma ação judicial coletiva dos distritos escolares dos Estados Unidos contra a Meta e outras plataformas de redes sociais.
Um tribunal de Madrid considerou que a Meta obteve uma vantagem competitiva desleal na publicidade no Facebook e no Instagram, violando as normas europeias de proteção de dados, refere a agência EFE.
"A partir de hoje, a Meta vai notificar os utilizadores australianos que têm entre 13 e 15 anos de que perderão o acesso ao Instagram, Threads e Facebook", anunciou hoje o grupo americano numa nota de imprensa.
A Comissão Europeia considerou hoje que as plataformas de redes sociais chinesa TikTok e norte-americana Meta, dona do Instagram e do Facebook, "violaram as obrigações" de transparência ao abrigo da nova lei dos serviços digitais da União Europeia.
Segundo o jornal ‘El Economista’, esta política já levantou algumas preocupações sobre uma potencial “invasão” sobre a privacidade do utilizador, o que fez com que a empresa de Mark Zuckerberg já tenha indicado que alguns temas, como opiniões políticas, religiosas e orientação sexual, serão excluídas.