No mercado cambial o Julius Baer refere que a fraqueza do dólar a longo prazo continua a ser o seu cenário base, mas alerta que o caminho para a recuperação do euro "pode ser árduo".
No rendimento fixo o destaque vai para a pressão sobre as obrigações francesas e "focos de fragilidade" no crédito das empresas, referiu o Julius Baer.
O registo prepara a empresa para uma estreia em Wall Street no próximo mês, podendo superar o recorde de 86 mil milhões de dólares (76,5 mil milhões de euros), alcançado pela SpaceX.
Entre as ações da bolsa brasileira mais penalizadas estiveram a Magazine Luiza que quebrou mais de 58%, a Vamos Locacao desceu mais de 56% e Hapvida desvalorizou mais de 54%.
As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que caem 5,45% para os 5,20 euros, seguida pela Teixeira Duarte que desce 1,16% para os 0,42 euros, e a Galp Energia quebra 0,98% para os 20,27 euros.
O segundo indicador, o Topix, estava a subir 0,64% para 3.998,58 pontos, mais 25,60 pontos em relação ao fecho de segunda-feira, às 09:13 locais (01:13 em Lisboa).
No plano macroeconómico, os mercados aguardam os dados norte-americanos sobre as encomendas de bens duradouros, a confiança dos consumidores e as vendas de casas novas, previstos para esta terça-feira. Os indicadores poderão ajudar a avaliar a força da economia dos Estados Unidos antes da reunião da Fed, cuja decisão será anunciada na quarta-feira.
A queda abrupta ocorreu após a empresa ter anunciado o fim das negociações com a espanhola Moeve para a fusão dos negócios de refinação e distribuição, o que ofuscou a apresentação de resultados trimestrais considerados "sólidos" pelos analistas, com os lucros a subirem 68%.
Várias empresas brasileiras, que estão cotadas em outras bolsas, fora do Brasil, já estão a refletir quedas assinaláveis. É o caso do Banco Bradesco que desvaloriza mais de 27%, do Itaú que quebra mais de 28%, e da Petrobras que desce mais de 19%.
Em Wall Street o S&P 500 sobe 0,27% para os 7.644,38 pontos, o Nasdaq avança 0,22% para os 26.012,42 pontos, e o Dow Jones valoriza 0,40% para os 52.424,36 pontos.
Contudo a Apple, agora liderada por John Ternus, não consegui manter a liderança até ao final da sessão de 23 de outubro dando lugar no topo novamente à Nvidia.
As maiores quedas na bolsa portuguesa vão para a Galp que desce 7,45% para os 21,25 euros, seguida pela NOS que quebra 1,45% para os 5,09 euros, e a Corticeira Amorim desvaloriza 0,72% para os 6,85 euros.
O indicador, que agrupa os 225 títulos mais representativos do mercado japonês, registou uma queda de 503,51 pontos, para 62.189,65 unidades, marcando o terceiro dia consecutivo de quedas.
Os fatores são vários e incluem taxas de juro, geopolítica, económicos e financeiros, assinalam os especialistas consultados pelo Jornal Económico (JE).
Wall Street prepara-se para uma semana decisiva para as empresas ligadas à inteligência artificial, enquanto a Reserva Federal e o Banco Central Europeu enfrentam novas pressões inflacionistas. A subida do crude e os contactos diplomáticos sobre a Ucrânia mantêm os riscos geopolíticos no centro das atenções.