Nos últimos anos, assistimos nas várias redes sociais a incentivos para a captação de investidores, para “investirem” em criptoactivos. Muitos eram esquemas em pirâmide. Agora, milhões de investidores sofrem perdas, mas nem entendem porquê.
Uma democracia não se esgota nas instituições formais ou na mera representatividade de decisores. Mercados eficientes e livres contribuem de forma inequívoca para a manutenção da democracia e são promotores de prosperidade.
Será que a falta de credibilidade deste novo governo pode criar uma maior volatilidade na sua moeda? Sentir-se-ão os investidores seguros para voltar a investir na libra após esta demonstração de incerteza nas próprias medidas aplicadas?
Durante a pandemia, governos e cidadãos tomaram o gosto pela intervenção estatal. Se há uma oportunidade, o Estado interfere. Se houver receios, o cidadão dependente ressaca.
Se a Europa deixar de comprar petróleo à Rússia, terá de o adquirir noutros mercados. Ou seja, se as sanções não forem bem pensadas, a Europa corre o sério risco de vir a ser a principal vítima delas.
A globalização, como a conhecemos, será a próxima vítima da guerra da Ucrânia. Estamos a entrar num mundo em que as considerações políticas se sobrepõem à lógica económica da eficiência e do menor custo, num mundo em que as cadeias de produção vão ser repensadas.
A recente pandemia do novo coronavírus abalou os mercados e alavancou o medo dos investidores. Em tempos de crise de saúde pública, saiba como contornar o panorama mundial e investir sem medos.