Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
O que vai acontecer não deverá trazer surpresas; é a interpretação do que for dito e das minutas da reunião que vai ser interessante. E isto porque a Fed e o mercado estão, pela primeira vez nos tempos recentes, em clara dessintonia.
A indústria está de boa saúde. Haverá uma diminuição de procura de papéis convencionais que será mais que compensada com o aumento de consumo de cartão, de papel tissue e papéis especiais que surgirão para substituir o plástico.
Se olharmos para a última década, são evidentes as dinâmicas de abertura das nossas IES à sociedade e de ligação com o mercado e as empresas. Apesar disso, há ainda muito a fazer na ligação da Ciência às empresas.
Mais do que medidas populistas, num momento em que o custo da energia no consumo das famílias portuguesas é dos mais altos da Europa, é urgente o Estado aliviar toda a carga fiscal possível.
A imposição de novos requisitos no setor financeiro é uma forma relativamente efetiva da CE endereçar esta mudança verde com abrangência transversal a todo o setor empresarial.
Perceber o impacto do ESG nas avaliações e, consequentemente, no valor dos ativos imobiliários é uma questão que nos surge todos os dias, e cada vez mais.
O processo de concessões para a exploração da rede de distribuição em baixa tensão, será uma excelente oportunidade para o Estado português dar um passo em frente e antecipar o futuro.
O mercado de compra de bens e serviços online tornou-se uma prática comum a nível global, estimando-se que venha a registar mais de 4.200 mil milhões de dólares em vendas até 2025.