“Vamos acabar com os verificadores de factos e substituí-los por classificações comunitárias, semelhantes àquelas do X (antigo Twitter), começando pelos Estados Unidos”, declarou Mark Zuckerberg numa mensagem nas redes sociais.
De acordo com o "Financial Times", a Meta não gostou que duas dezenas de trabalhadores da Meta, sediados em Los Angeles, tivessem utilizado os vales de refeição para adquirir cremes, artigos para o lar, vinhos e até detergente para a roupa.
As empresas de Cupertino e Menlo Park foram a quarta e sexta "magníficas" de Wall Street a divulgar as contas trimestrais e superatam as previsões dos analistas em receitas e lucros. A última deste grupo será a Nvidia, no próximo dia 28 de agosto.
A acusação prende-se com o lançamento do seu serviço de subscrição sem anúncios, tanto para o Instagram como para o Facebook, que indica que os utilizadores que dão o seu consentimento para serem seguidos, obtêm um serviço gratuito com receitas de publicidade.
O projeto de investigação está focado na doença anti-IgLON5, uma patologia autoimune rara, muito pouco estudada e com elevada taxa de mortalidade. Decorre entre junho de 2024 e dezembro de 2025.
A rede social Threads, da Meta, chegou à Europa, segundo anunciou o dono da empresa Mark Zuckerberg. A plataforma considerada a rival da rede social X sofreu algumas alterações desde que foi lançada em julho nos Estados Unidos.
Após dois anos de pausa na venda das ações, Mark Zuckerberg voltou a vender as ações, tendo já conseguido vender 682 mil ações em novembro no valor de quase 185 milhões de dólares.
Jornais espanhóis defendem que Meta "ignorou a existência regulamentar de que os cidadãos devem consentir na utilização dos seus dados para a criação de perfis publicitários". Na opinião da associação de imprensa espanhola, a dona do Facebook quebrou os regulamentos europeus da proteção de dados.
O ministro da Cultura italiano, Gennaro Sangiuliano, disse que está a discutir, com Musk, a realização da luta “com total respeito pelos locais” onde ela pode acontecer.
Do lado dos bons resultados encontram-se nomes conhecidos como Elon Musk, Mark Zuckerberg e Jeff Bezos, já do lado dos que não obtiveram tanto sucesso estão o Gautam Adani, Carl Icahn e Zhang Yiming.
Zuckerberg disse que considerou a desistência de algumas pessoas como algo "normal" e espera que a retenção cresça à medida que a empresa acrescenta recursos à aplicação.
Twitter está mais consolidado, mas as receitas afundaram com a fuga de anunciantes. Threads teve umas primeiras semanas fulgurantes, mas começa a abrandar. Quem vai ganhar?
Steven Santos, diretor de corretagem e de plataformas de trading do Banco BIG, analisa ainda a evolução das políticas monetárias do BCE e da Fed e ainda a aliança saudita e russa que pode mexer com o mercado petrolífero.
Steven Santos, diretor de corretagem e de plataformas de trading do Banco BIG, analisa ainda a evolução das políticas monetárias do BCE e da Fed e ainda a aliança saudita e russa que pode mexer com o mercado petrolífero.
A nova rede social da Meta, 'Threads', foi assumida como uma rival da rede social de Elon Musk. O Twitter revelou que "tem sérias preocupações de que a Meta se tenha envolvido numa apropriação indevida sistemática, intencional e ilegal de segredos comerciais do Twitter".
A Meta, de Zuckerberg, lançou o Threads, uma aplicação que replica com vantagem o Twitter. Agregou milhões de utilizadores logo nas primeiras horas. Zuckerberg e Musk prometeram lutar ao vivo em Las Vegas para saberem qual é o mais forte - batalha que pode estar a aproximar-se.