Num texto publicado na rede social X, Zuckerberg afirmou que “as pessoas não vão querer usar agentes que não estejam alinhados com os seus interesses, ou que não façam o que lhes pedem”, de modo que os programadores têm “um forte incentivo natural” para tornar os modelos mais fiéis às necessidades dos utilizadores.
O julgamento em Oakland, perto de São Francisco, tem alegações iniciais marcadas para 18 de agosto, e um advogado que representa os Estados norte-americanos afirmou à AFP que o pedido de indemnização deverá ascender a 193 mil milhões de dólares, embora o valor final ainda não seja oficial.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, defende também que é importante desenvolver uma filosofia sobre como se pode utilizar melhor a inteligência artificial.
Neste sentido, critica implicitamente as abordagens de empresas rivais como a Anthropic e a OpenAI, que têm apelado para controlos rigorosos sobre a tecnologia.
De acordo com o Financial Times esta personagem está a ser treinada tendo por base a personalidade, tom de voz, e declarações públicas de Mark Zuckerberg, de modo a que os colaboradores que venham a interagir com esta inteligência artificial se sintam mais conectadas a Mark Zuckerberg.
O comentário foi deixado depois de se saber que a cantora vai doar 11,5 milhões de dólares (9,94 milhões de euros) da sua tour “Hit Me Hard and Soft” a uma iniciativa de caridade, The Changemaker Project. Na plateia estava o bilionário Mark Zuckerberg.
Segundo o jornal ‘El Economista’, esta política já levantou algumas preocupações sobre uma potencial “invasão” sobre a privacidade do utilizador, o que fez com que a empresa de Mark Zuckerberg já tenha indicado que alguns temas, como opiniões políticas, religiosas e orientação sexual, serão excluídas.
A verba deve ser investida até 2028. A Meta, dirigida por Mark Zuckerberg, já tinha anunciado que ia aumentar em 2025 e 2026 a sua despesa de capital com infraestruturas ligadas à inteligência artificial.
Esta divisão de superinteligência da Meta, para a inteligência artificial, foi anunciada foi Mark Zuckerberg, em junho. Empresa tecnológica tentou atrair pessoas para este novo projeto através de avultadas somas monetárias que podiam atingir os 100 milhões de dólares. Passado cerca de dois meses já saíram pelo menos oito pessoas, refere o Business Insider.
Mas Mark Zuckerberg não concordou com a ideia apresentada por Elon Musk, refere a agência noticiosa Reuters. A revelação foi feita em documentos judiciais no âmbito de um processo que envolve Elon Musk e o proprietário da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman.
As medidas visam organizar melhor a Meta para que possa atingir o seu objetivo de superinteligência e desenvolver produtos de IA mais rapidamente para competir com outras empresas. Além disso, Alguns executivos de IA devem sair.
A rede de propriedade de Mark Zuckerberg queixa-se de que o Estado russo restringe a utilização livre dos seus serviços e que tudo fará para os manter ativos e abertos aos russos.
Dylan Field entrou na universidade mas não concluiu o curso optando por entrar num programa que concedia 100 mil dólares para quem quisesse "construir coisas em vez de estarem sentados numa sala de aula". Empresário tem agora uma fortuna estimada em cinco mil milhões de dólares com a entrada da Figma na Bolsa de Nova Iorque.
A Meta teve lucros de 18,3 mil milhões de dólares no segundo trimestre e viu a receita aumentar 22% para os 47,5 mil milhões de dólares. Para o terceiro trimestre, a expetativa é que a receita se situe entre os 47,5 e os 50,5 mil milhões de dólares.
Na lista da Bloomberg, segue-se o fundador da Amazon, Jeff Bezos e o responsável pela Meta, Mark Zuckerberg. O conselheiro de Trump perdeu 120 mil milhões de dólares mas mantém-se na liderança.
Na sequência do impacto das novas tarifas, as 500 pessoas mais ricas do planeta viram a sua fortuna combinada encolher para um valor próximo do dobro do PIB português, que alcançou os 284,9 mil milhões de euros em 2024. Musk, Zuckerberg e Bezos lideram as perdas.
Além de Elon Musk, vários multimilionários da tecnologia marcaram presença na tomada de posse do novo presidente dos EUA. A capitalização bolsista das suas empresas valem, no conjunto, 11,1 biliões de dólares (10,7 biliões de euros).