O investimento em imobiliário logístico e industrial em Portugal atingiu 181 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, um aumento de 35% face ao mesmo período do ano anterior, num contexto de procura resiliente por espaços de armazenagem e distribuição e de reforço da oferta em desenvolvimento.
A consultora assessorou a entrada da cadeia de ginásios portuguesa Physical, que vai ocupar cerca de 1.500 metros quadrado do edifício HOP – Heart of Porto, situado na baixa portuense. Com 15 clubes em operação, a abertura deste novo ginásio está prevista para o início de 2027.
As rendas de escritórios prime na Europa continuam a subir, suportadas pela oferta limitada e pelos elevados custos de construção, num contexto de prudência das empresas face à incerteza macroeconómica.
Nesta nova função, Rui Diogo assume a liderança da área de Hotel Capital Markets da JLL nos dois países, reportando diretamente a William Duffey, Head of Hotels & Hospitality EMEA. Sucede a Ana Ivanovic.
O setor hoteleiro em Portugal está a consolidar uma viragem estratégica para o segmento premium. Segundo dados da consultora JLL, o país tem em pipeline a abertura de 70 novos hotéis até 2028, somando 7.520 camas.
Neste período foram absorvidos 84 mil m2 em relação aos 127 mil m2 contratados no período homólogo, num sinal de recuperação em relação à descida homóloga de 80% registada pelo mercado no fecho do primeiro trimestre deste ano.
Face ao período homólogo, verificou-se um aumento de 167%, tendo o valor investido sido de 235 milhões de euros, um crescimento de 160% face à média do primeiro trimestre dos últimos três anos. O setor do retalho foi responsável por 57% do montante dispendido, num total de 357 milhões de euros.
"O ativo foi vendido à Mundicenter, uma empresa detida maioritariamente pelo Grupo Alves Ribeiro", revelam as consultoras imobiliárias a JLL e a Cushman & Wakefield que assessoram o negócio.
O mercado imobiliário em Portugal tem sido alvo de interesse por grupos imobiliários internacionais. A Dils comprou a Castelhana e acaba de contratar o anterior CEO da JLL.
Líder dos promotores considera que, apesar de algumas das medidas serem positivas, não são novidade porque já vinham do anterior Executivo. Responsável da JLL defende que o programa pretende responder ao aumento da oferta de casas. Contudo, os dois especialistas concordam num ponto: a incógnita temporal sobre a descida no IVA para 6% na construção não descansa os investidores.
Este valor significa uma ligeira descida de 5% face ao período homólogo, mas fica 6% acima da média verificada nos últimos três anos, com o segmento de escritórios a ser a responsável por 37% do montante investido.
Patrícia Barão, responsável pela área de Residencial da JLL Portugal, diz que é necessário para "conseguimos diminuir o desequilíbrio que existe entre oferta e procura".
Daqui por diante o negócio da JLL em Portugal "será liderado por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal".
Segundo o estudo “Student Housing Portugal” da consultora JLL, existem atualmente 9.200 camas integradas em residências universitárias privadas em Portugal, um número que poderá chegar às 17 mil camas até 2026.
Numa análise de estabilidade financeira, o BCE aponta que os mercados imobiliários comerciais “têm o potencial de amplificar significativamente um cenário adverso, aumentando a probabilidade de ocorrência de perdas sistemicamente relevantes no sistema bancário”.
Especialistas do sector ouvidos pelo JE consideram que alargamento para 2024 do regime de Residentes Não Habituais (RNH é “uma manobra política” face às eleições legislativas antecipadas de 10 março e voltam a reclamar o recuo do fim do regime fiscal. Sobre a proposta do PS que reforça o regime transitório para os estrangeiros ou pensionistas que comprovem até ao fim este ano a intenção de trabalhar ou viver em Portugal, o fiscalista Samuel Almeida diz que alterações beneficiam, sobretudo, os cidadãos fora da UE.
Com um investimento de 60 milhões de euros, este empreendimento é composto por seis edifícios e 200 frações e encontra-se situado no terreno da antiga Seca do Bacalhau, junto à foz de Vila Nova de Gaia.
Desta verba, 275 milhões de euros foram investidos no terceiro trimestre. Relatório da consultora JLL aponta "postura mais cautelosa dos investidores e de um atraso na concretização de muitas operações" como justificação para esta queda homóloga.
Dos 68 mil fogos transacionados, 93% dizem respeito a clientes portugueses. No último ano e meio foram concluídas 30.750 novas casas em Portugal e licenciadas outras 46.700, números que ficam abaixo da média anual (72.800 fogos) concluídos entre o período de 2000 a 2010.