Lisboa, Porto e Braga são os distritos que se destacam com os valores mais elevados de insolvências declaradas, totalizando 210, 178 e 118 processos, respetivamente.
A Crédito y Caución apontou que "entre as empresas que teriam de se adaptar são mais as que veem vantagens do que inconvenientes na medida: 49% do tecido produtivo acredita que cobrar a 30 dias aos seus clientes melhoraria a sua liquidez".
Ao todo foram declaradas 1.511 insolvências, mais 390 do que no período homólogo, com o mês de abril a ser responsável por 416 insolvências, num aumento de 100%, em relação a abril de 2023.
"A mudança da sucursal da Crédito y Caución Portugal para este novo espaço traduz o investimento da seguradora no reforço da sua capacidade de serviço no mercado português onde opera há mais de 25 anos, com uma quota de mercado de 24%", refere a companhia espanhola em comunicado.
O total de insolvências em fevereiro baixou quase 12% face a 2022. No acumulado do ano a queda é de quase 9%. Já as constituições mantêm aumento, mas em fevereiro o ritmo abranda.
A filial da Crédito y Caución salienta no entanto que "face ao mesmo período do ano passado, as declarações de insolvência requeridas por terceiros cresceram 26% (mais 16 empresas), enquanto as declarações de insolvência apresentadas pelas próprias empresas tiveram uma subida de 10% (mais sete empresas)".