“Este pré-aviso de greve vem permitir que os trabalhadores, em bloco, não trabalhem além das 150 horas obrigatórias” para a função pública, num prazo até final do ano".
O movimento Médicos em Luta aponta que as especialidades a fazer escusa às horas extraordinárias são as pedras basilares das urgências, o que poderá comprometer estes serviços durante o inverno, considerado um período crítico.