Num ambiente empresarial cada vez mais competitivo, compliance e governance não devem ser vistos como travões, mas como infraestruturas de crescimento.
As bolsas destinam-se a profissionais de PME portuguesas ou sediadas em Portugal que querem desenvolver competências nos critérios ESG. Candidaturas abriram hoje e terminam a 15 de fevereiro.
É desejável alcançarmos um futuro sustentável e justo no domínio da água. Para tal, é necessário transformar a economia e reestruturar a sua governação, a nível nacional, regional e mundial.
Pelas razões invocadas neste artigo, facilmente concluímos que tradição e inovação não são nem um dilema, nem um paradoxo, antes sintetizam o desafio da perpetuação do investimento familiar.
Portugal precisa de uma estrutura que, à imagem do Civil Service britânico, permitisse uma separação entre política e execução de política com ganhos de responsabilização e de eficiência para quem formula e para quem executa.
O 'governance' deve ser entendido por todos como uma prioridade. Ao dotar as PME de melhores condições para crescerem e se tornarem grandes e globais, estamos a contribuir para o nosso sucesso económico e social.
Um primeiro passo é a definição de uma política de investimento responsável que permita definir um quadro de referência e critérios nas decisões de investimento da empresa.
A construção de organizações resilientes com um apetite de risco bem definido, e capacidade de resposta ágil aos riscos incorridos, é fulcral para a construção de uma base de criação de valor sustentável de longo prazo.