As Pousadas de Portugal eram um símbolo nacional. Hoje, são uma certa ideia de fazer turismo a caminho da irrelevância, vítima de uma gestão que trocou o brilho pela rotina e pela lógica de sacar o máximo e dar o mínimo.
E que tal não esperarmos pela época das reportagens televisivas para nos confrontarmos, e logo esquecermos, a infâmia dos catres onde os imigrantes, pessoas como nós, tentam viver?
O jornalismo continua sob ataque e os jornalistas vivem uma situação de enorme vulnerabilidade e desproteção, face à ganância de administrações que apenas querem cortar custos.
Basicamente, continuamos com as mesmas preocupações na escolha (errada) de líderes que influenciam a vida de milhões de pessoas, como já o fazíamos na Grécia e Roma antigas.