Poucos países juntam no mesmo território terra, mar, ar, espaço e ciber, e a guerra que se desenha é multidomínio, ao contrário dos centros europeus de ensaio. Portugal distingue-se por esta combinação.
As plataformas autónomas, a entregar já em setembro, serão operadas diretamente pela Força Aérea Portuguesa. Os sistemas serão integrados em missões de vigilância marítima, segurança e defesa, e monitorização da Zona Económica Exclusiva (ZEE).
O Exército português está a adquirir a capacidade de observar, decidir e atacar com precisão, reduzindo o risco de danos colaterais, num paradigma que a guerra na Ucrânia tornou central. O problema não é o passo em curso. É o vazio que lhe sucede.
Um editorial publicado no PLA Daily, o jornal oficial do Exército Popular de Libertação (EPL), indica que as investigações anunciadas este sábado contra Zhang, assim como contra o chefe do Departamento do Estado-Maior Conjunto da Comissão Militar Central (CMC, órgão máximo do Exército), Liu Zhenli, mostram que "a tolerância na luta contra a corrupção não é permitida".
Não é coincidência a imigração de americanos para a UE: eles encontram aqui o contexto que estão a perder nos EUA – estes quatro anos de Trump vão demolir um pouco mais este extraordinário edifício capitalista.
Nesse dia, milhares de combatentes de milícias palestinianas liderados pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) entraram em Israel a partir da Faixa de Gaza e mataram 1.194 pessoas, na maioria civis, e sequestraram 251, segundo números das autoridades israelitas.
A Rússia aumentou a repressão de manifestações antiguerra desde a invasão da Ucrânia, punindo a divulgação do que considera ser “informações falsas” sobre o exército ou o descrédito das forças armadas, segundo a agência francesa AFP.
O governo de Israel desrespeita tudo, a humanidade dos palestinianos, a missão das Nações Unidas, a sua própria democracia. Mas, no Ocidente, 'democracia' é palavra de pouco peso se opositora da acção de Israel.
"Em nenhum momento se referiram os termos, a forma, o modelo, ou o tempo", sublinha o gabinete do Ministério da Defesa num comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, reagindo à polémica suscitada nos últimos dias pelas declarações de Nuno Melo.
Vão juntar-se a um conjunto de efetivos que já estão naquele país, completando o contingente de 200 militares que compõem a 4.ª Força Nacional Destacada para a Roménia.
“A nossa prioridade é garantir que estejam preparados para continuar estes avanços, que tenham os instrumentos e técnicas, que tenham a formação necessárias", revelou o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby
“É da nossa responsabilidade manter abertos os nossos canais de comunicação, incluindo entre os nossos dois exércitos, e penso ser urgente que o façamos. Ainda não foi possível concretizá-lo”, sublinhou Blinken num encontro com o seu homólogo chinês Wang Yi em Jacarta, disse à agência noticiosa AFP um responsável norte-americano sob anonimato.
A Força Aérea Portuguesa precisa de mais 1.400 militares e de oferecer condições mais atrativas para conseguir recrutar e reter quadros, disse hoje o chefe do Estado-Maior deste ramo das Forças Armadas, João Cartaxo Alves.