Se os atuais líderes abrandarem a tecnologia por escrúpulos éticos ou asfixia financeira, estarão apenas a oferecer tempo e recursos para os que não o fizerem.
A Bienal de Arquitetura 2025 será um palco essencial para explorar e compreender como a IA irá moldar o futuro das cidades. Uma oportunidade para apresentar soluções inovadoras e refletir sobre os desafios éticos, sociais e ambientais que esta coloca.
A ética na empresa tem de partir do seu interior, de uma vontade(s) que não se deixa apenas nortear pelo lucro, mas é capaz de criar verdadeiras comunidades vivas.
Julgar implica discernir, separar, e reconhecer limites que, neste caso, têm de recorrer a critérios extrínsecos ao próprio mundo tecnológico. Esses limites, claro, são ético-políticos, e prendem-se com a nossa própria aferição do estatuto e papel da tecnologia no mundo.
Apesar da necessidade de regulamentação acolhida na Cimeira, a sua elaboração deve ser rodeada de muita perspicácia, inteligência e de alguma facilidade de adaptação e aplicação.
A ética e a confidencialidade estão identificadas como as prováveis primeiras vítimas da Inteligência Artificial (IA). Mas isso não impede que o sistema tenha já ultrapassado o limiar da inevitabilidade. A ACEPI leva o debate sobre o estado da arte à condição de protagonista do Portugal Digital Summit’23.
É inegável que a inteligência artificial tem o potencial para beneficiar enormemente a humanidade. O desafio reside em como colher esses benefícios minimizando os riscos e como usar a tecnologia de forma ética e responsável.
A literacia digital e a capacidade de programar são cada vez mais essenciais na nossa economia digital, e aqueles que são excluídos desta realidade correm o risco de marginalização crescente.
Mais de uma dezena de produtos criados com parceiros foram demonstrados no 'Demo Day' do grupo liderado pela Unbabel. O CEO, Vasco Pedro, diz ao Jornal Económico que há um antes e um depois de novembro de 2022, quando foi lançado o ChatGPT. "É apenas o início da normalização da IA no nosso dia-a-dia profissional”, afirma.
"Nós, advogados, estamos preocupados", disse esta quinta-feira Pedro Lomba, sócio coordenador da área de Tecnologia, Media e Telecomunicações da PLMJ, na conferência promovida pelo JE e Wiimer.
Não se ensinou que a lei tem de ser geral? Que as excepções tiram o valor de lei? Faz mal ter deixado de haver um disciplina de Introdução à Política ou à Democracia ou qualquer coisa do género.
Vivenciamos um momento histórico de transformação. Importa decidir se queremos aceitar passivamente as consequências ou, ao invés, ser protagonistas responsáveis e éticos da revolução que se anuncia.
O autarca é um fazedor, na verdade. Faz por dedicação, paixão e amor; e o que são os dois primeiros senão reflexo do terceiro? É isto que move o verdadeiro autarca.
À medida que os sistemas baseados em IA evoluem e se tornam mais prevalentes e autónomos, é necessário codificar os incentivos e valores que, enquanto sociedade, pretendemos ver refletidos neste novo tipo de tecnologia. Os psicólogos têm aqui um papel importante a desempenhar.
Promovida pelo IPDJ, em parceria com o projeto Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, a exposição arranca esta terça-feira, Dia Internacional da Educação, e visa promover a ética no desporto através de testemunhos e histórias vivenciadas. Rosa Mota é um dos rostos em destaque.
Os códigos de conduta não são o objecto final da construção de instituições mais íntegras, mas sim um dos meios para a construção de uma cultura organizacional de ética e integridade.