A AD precisa persuadir os portugueses que é do seu interesse estarem unidos à volta da ideia de progresso e de que somos capazes. E também que será implacável com a corrupção, seja quem for.
As agendas políticas já não traduzem uma agregação dos interesses presentes da sociedade, mas, sim, uma parte selectiva da sociedade, em particular dos grupos que se encontram organizados e mobilizados.