Num Portugal cada vez mais velho, apoiar quem cuida não deve ser visto apenas como solidariedade. É também sustentabilidade social, prevenção em saúde, participação laboral e racionalidade económica.
“A Europa enfrenta simultaneamente uma redução da população ativa [e] um aumento significativo da longevidade”, disse o presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
O envelhecimento da população faz com que cada vez mais pessoas dependam de cuidados prolongados, mas a rede pública e privada é insuficiente, dispendiosa e de acesso limitado. Resultado? Tal responsabilidade recai sobre cuidadores informais.
Avançar para as privatizações nas 'Áfricas' não é apenas uma oportunidade, mas sim o reconhecimento de factores que fazem desta ocasião um bom 'business match', norte-sul.