Já chegaram à Base das Lajes, nos Açores, os drones militares MQ-9 Reaper utilizados pelos Estados Unidos como plataforma logística em operações no Médio Oriente, com destino a uma base na Jordânia.
O Exército português está a adquirir a capacidade de observar, decidir e atacar com precisão, reduzindo o risco de danos colaterais, num paradigma que a guerra na Ucrânia tornou central. O problema não é o passo em curso. É o vazio que lhe sucede.
"O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de ataques flagrantes com drones, lançados pelo Irão e pelas fações armadas que apoia", disse o porta-voz da Autoridade de Aviação Civil, Abdullah Al-Rajhi.
Volodymyr Zelensky reuniu com o Presidente dos Emirados, Mohammed bin Zayed al-Nahyane este sábado, um dia depois ter assinado um acordo com a Arábia Saudita. Os países do Golfo enfrentam ataques com drones e mísseis iranianos lançados por Teerão em retaliação às ofensivas conjunto dos Estados Unidos e Israel.
“É um tipo diferente de interação. Temos de modernizar e adaptar continuamente os sistemas”, afirmou o comandante das Forças Armadas holandesas, Onno Eichelsheim durante sua participação em um programa de televisão pública, onde detalhou o alcance da medida.
A venda deste material para o estrangeiro teve uma ascensão rápida desde 2022, mas ainda só vale cerca de 1% nas exportações nacionais. A estimativa é do Banco de Portugal, que assume a dificuldade em fazer a classificação dos bens militares. Os drones valem agora 21% de todas as exportações deste tipo.
Os Estados Unidos vão reforçar as suas bases no Médio Oriente, sob ataques do Irão, com sistema anti drone usados eficazmente na Ucrânia contra aparelhos semelhantes russos, noticiou a agência AP.
Poucos países galgaram o ranking das exportações nacionais desde o pré-pandemia como a Ucrânia, que passou da 75.ª posição em 2019 para a 36.ª em 2025 e os drones deram um forte contributo. Este artigo integra a rubrica Visão Periférica.
Portuguesa Tekever investe 560 milhões para construir duas fábricas de drones em ambos os lados do Canal da Mancha. Maior companhia europeia de drones de defesa fecha contratos com a Royal Air Force e Marine Nationale que juntam-se a missões anti-Rússia na Ucrânia.
Num cenário adverso, uma brigada pode perder, em poucas horas, a maior parte do seu equipamento de combate. Isto equivale a declarar obsoleta uma parte significativa da doutrina terrestre ocidental.
De acordo com o relatório divulgado hoje pela força aérea da Ucrânia, as defesas aéreas conseguiram neutralizar 100 dos 126 drones de longo alcance russos, dos quais cerca de 80 eram aeronaves de fabrico iraniano Shahed.
"O inimigo usou mais de 600 drones e dezenas de mísseis. Foi um ataque deliberado e cínico da Rússia as vésperas do Natal. Numa altura em que as pessoas se preparam para as festas, o inimigo tentou deixar as famílias ucranianas sem eletricidade, sem aquecimento e sem qualquer sensação de segurança", afirmou Yulia Svyrydenko na rede social Telegram.
Esta foi a primeira operação com a 'marine nationale' do drone UAS AR3 EVO concebido para ser usado por marinhas, guardas costeiras e agências navais em todo o mundo.
A sementeira ocorrerá a partir do dia 31 de outubro, na União de Freguesias (UF) de Santa Ovaia e Vila Pouca da Beira e na UF de Penalva do Alva e São Sebastião da Feira.
A histeria sobre a ameaça russa à Europa permite à burocracia europeia destinar mais fundos à defesa e, em última análise, desenvolver uma narrativa que pode conduzir a um ponto sem retorno.
A reunião é informal, pelo que não são esperadas conclusões concretas desta discussão política, que terá início pelas 13:00 locais (12:00 em Lisboa). O primeiro-ministro, Luís Montenegro, participa na reunião.
Hoje, a soberania joga-se no ar, em terra e no mar, com sistemas não tripulados que redefinem o poder. Ignorar o cluster industrial emergente é abdicar da nossa relevância num mundo em convulsão.
Quatro aeroportos dinamarqueses então em alerta, nomeadamente o aeroporto de Aalborg, um importante centro comercial e militar, que esteve encerrado durante três horas. A polícia está a investigar o incidente que aparenta ser coordenado.
São sobejamente conhecidos os esforços de Kiev para envolver militarmente a NATO em território ucraniano, para fazer aquilo que a Ucrânia se tem mostrado incapaz. Isto é, recuperar o território ocupado pela Rússia e evitar o descalabro militar.
No domingo, a Roménia convocou o embaixador da Rússia em Bucareste para denunciar o voo "inaceitável" de um aparelho aéreo não tripulado (drone) russo no sábado no espaço aéreo romeno.