O máximo foi atingido na sessão de segunda-feira 19 de outubro, quando o brent atingiu os 110,70 dólares. Esta terça-feira 20 de outubro o brent negoceia nos 110,48 dólares.
Atualmente o brent negoceia acima dos 107 dólares por barril nos mercados spot e de futuros. O Goldman Sachs acredita que o mercado petrolífero atinja um excedente no quarto trimestre e se mantenha nessa tendência em 2027, fazendo com os preços do petróleo fiquem mais baixos.
Às 06:00, o Brent, referência europeia para o crude, negociava em queda significativa numa sessão que marcou a transição do contrato de futuros de novembro para dezembro.
Os dados da empresa de análise de transporte marítimo Kpler, transcritos pelo Investing, revelam que as exportações de petróleo da Arábia Saudita, um dos maiores produtores mundiais da matéria-prima, estão acima dos quatro milhões de barris por dia até agora em setembro um valor superior os 2,4 milhões de barris por dia registados em agosto.
O crude do mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,91 dólares abaixo dos 88,98 dólares com que encerrou as transações na quarta-feira.
Contexto de escalada geopolítica e de incerteza no Médio Oriente, com a retoma dos confrontos entre Estados Unidos e Irão, levou à subida no preço do petróleo. O brent e o crude ultrapassaram na terça-feira as barreiras de 85 dólares e 80 dólares, e o brent ainda atingiu um máximo de quatro semanas.
Orbán caiu. E a União Europeia, se quiser mesmo aprender com Budapeste, deve perceber isto: os populismos não são derrotados apenas com sermões sobre valores, liberalismo ou união, mas quando deixam de conseguir esconder a corrupção, a mediocridade e o desgaste de um poder demasiado longo.
O comprador com alternativas detém a alavanca sobre o vendedor pressionado por necessidades orçamentais. Xi Jinping não precisa de oferecer concessões políticas, pode simplesmente gerir o tempo.
A guerra no Irão fez o Brent subir de 73 para 91 USD/barril, o combustível de aviação subiu 58% e o gás europeu 56%, enquanto fertilizantes e hélio dispararam até 35%, gerando atrasos de até 15 dias no transporte e pressão sobre margens e custos empresariais.
"A preocupação imediata (do mercado)... são os danos colaterais causados no caso de o Irão atacar os seus vizinhos ou, possivelmente ainda mais revelador, fechar o Estreito de Ormuz aos 20 milhões de barris de petróleo que ali transitam diariamente", disse o analista da PVM, John Evans, citado pela agência noticiosa Reuters.
Redução da fiscalidade e uma nova geração de contratos de risco e serviço que reforça a partilha dos lucros estão a trazer de volta as multinacionais, juntamente com um regulador que ganhou peso.
A Galp (+1,20%; 16,07 euros) e os CTT (+1,10%; 7,35 euros) lideraram a negociação, evitando perdas maiores no PSI, seguidas da Sonae (+0,77%; 1,3160 euros), EDP (+0,50%; 3,845 euros), NOS (+0,38%; 3,935 euros), Ibersol (+0,41%; 9,90 euros) e REN (+0,17%; 2,970 euros).
Após uma breve reunião este sábado, os países produtores anunciaram mas um aumento da oferta, alegando que os fundamentos do mercado estão saudáveis. A decisão está em linha com os repetidos apelos de Donald Trump para que se aumente a produção de petróleo, cujo preço continua a baixar.