O maior mérito de Montenegro e Miranda Sarmento está em não abandonarem o caminho do equilíbrio. O desafio que enfrentam é mais exigente: transformar a estabilidade conquistada em crescimento e prosperidade.
Um fundador sem sucessor, um empresário à procura de crescimento por aquisição e um profissional à procura de independência raramente se encontram sem que alguém organize esse encontro.
Enquanto Piketty propõe o decrescimento, várias personalidades portuguesas escrevem artigos inflamados, clamando que tal proposta é contra a natureza, por limitar um impulso básico humano de procurar o crescimento.
Inflação foi revista em alta e emprego cresce menos do que anteriormente previsto, mas nem por isso a previsão de crescimento do banco central para a economia este ano baixou dos 1,8% inscritos em março. Mantém-se também expectativa de défice, mas menos profundo do que antes estimado.
Nas Áfricas, onde a inovação tecnológica ainda chega tarde, continuam a existir práticas de colectividade e partilha que talvez tenham muito a ensinar ao mundo que se considera desenvolvido.
Consumo das famílias disparou com a compra de carros elétricos antes de os apoios terminarem. Retiro das tarifas mais pesadas ajudou a economia, mas está a pesar sobre as pequenas empresas.
Segundo a Bain esta desaceleração pode “refletir a maturidade natural das marcas adquiridas, mas também avaliações demasiado otimistas e expectativas desajustadas por parte dos compradores”.
O primeiro fundo de investimento regional do país foi criado no ano passado e tem sede em Leiria. Gerido pela Portugal Ventures, já canalizou acima de seis milhões de euros para várias empresas leirienses.
Os saldos positivos continuam a ser raros entre os países da moeda única, com apenas três governos a anteciparem um excedente no próximo ano. Portugal só fica atrás de Chipre e Irlanda, que têm as metas mais ambiciosas. Na dívida, se tudo correr bem, supera Finlândia. E no crescimento económico, fica em quinto lugar.
O economista alertou na conferência do Jornal Económico e da EY que o equilíbrio das contas públicas "acabará por ser ilusório” e defende que o Orçamento "foi pensado para o curto prazo".
O apelo de Draghi deve ser levado a sério: o fosso não é apenas entre ambição e recursos, mas sobretudo entre necessidade e velocidade. A escolha é clara: ou a UE acelera, ou fica para trás.
O turismo é economia, e cada vez mais política. A Europa lidera a retoma global e Portugal é um caso de sucesso, mas o desafio é claro: crescer de forma sustentável, equilibrando visitantes, comunidades e planeta.
Crescemos uma média de 1,5% na última década, quando o conjunto dos países africanos triplicou esse ritmo. Se queremos crescer, é para lá que temos de olhar.
De acordo com relatório sobre as Perspetivas Económicas Globais, hoje divulgado em Washington, Cabo Verde deverá crescer 5,9% este ano, uma revisão em alta de um ponto percentual face às previsões de janeiro, sendo a economia lusófona africana em mais rápido crescimento este ano, e também no próximo, em que deverá registar uma expansão de 5,3% do PIB.
As exportações no setor aumentaram 95% entre 2010 e 2024, passando de 1,55 mil milhões de euros para 3,03 mil milhões de euros. Prepara-se agora para representar o país naquele que é considerado o maior evento da área, nos Emirados Árabes Unidos, entre 14 e 16 de abril.
Eu fico satisfeito de ver o primeiro-ministro – agora – utilizar os argumentos certos. Aprendeu no último ano – e bem – que Portugal cresce mais do que os seus parceiros da União Europeia e da Zona euro.
Parecendo improvisar, Donald Trump está a tomar decisões programadas e refletidas. A improvisação faz parte da sua imagem de marca, do decisor capaz de, em pouco tempo, revirar o mundo.
No último ano os preços do consumidor têm continuado a cair, principalmente devido ao aumento da produção e às condições meteorológicas favoráveis, no entanto os preços continuam acima dos valores registados antes da invasão da Ucrânia, em 2022.
As boas notícias: a guerra à inflação estará vencida, e com custos económicos controlados, dando a entender que o pior já passou. Contudo, as incertezas de cariz geopolítico persistem e continuarão a marcar, pelo menos, o primeiro terço de 2025.