Em boa hora regressam os Buraka, com o seu kuduro de Lisboa. Porque o kuduro é a exaltação do impossível em tempos difíceis, é nascido na guerra e formado no sofrimento dos guetos de Luanda.
Num tempo em que quase tudo se tornou reativo, criar um intervalo entre o que acontece e a resposta que damos é uma das práticas mais salutares. Um não fazer que faz muito.
Passear o seu cão ao ar livre é, sem dúvida, outra boa estratégica para ficar em forma. Quem aprecia espaços verdes e os visita com regularidade está menos sujeito a depressão, tem menos tendência para tensão alta, apresenta níveis de stresse mais baixos e é mais sociável.
Sob o mote "a sincronização da diversidade", o GUIdance convoca o corpo como lugar de memória e imaginação coletiva. De 5 a 14 de fevereiro, Guimarães metamorfoseia-se em território de escuta e fricção para uma edição celebrativa da dança e da diversidade.
Instituição de ensino justifica a atribuição de título de Doutora Honoris Causa a Maria Teresa Horta, uma voz inconfundível na prosa e na poesia, “pela sua obra e capacidade em mobilizar a opinião pública”.
Rui Chafes e Alberto Giacometti são dois artistas separados no tempo, no espaço e na forma das suas esculturas, que se encontram nas diferenças e no desassossego. Para ver na Fundação Calouste Gulbenkian até dia 18 de setembro.
O Palácio do Sobralinho, em Vila Franca de Xira, é de novo o epicentro de "Dança Invisível", de 19 a 28 de maio. Um ciclo de dança contemporânea que se propõe cruzar linguagens artísticas e mostrar o trabalho de coreógrafos emergentes.