O cenário está a mudar. E aqui é sobretudo o consumidor particular que decide. Não porque Bruxelas definiu uma meta. Não porque existe uma obrigação regulatória. Mas porque faz contas.
Findasense arranca no final da próxima semana no país e tem a ambição de representar 10% do volume de negócios da Teleperformance daqui a cinco anos. Dados e inteligência artificial alavancam negócio.
O consumidor de 2026 já não é o comprador otimista dos anos anteriores; é um agente económico mais cauteloso, que analisa o risco logístico antes de abrir a carteira.
Um estudo da Intrum demonstra que 43% dos portugueses endividam-se devido a despesas inesperadas, como emergências familiares ou despesas médias. Já 34% apontam para uma estagnação dos salários ou rendimentos, sem que estes acompanhem o aumento do custo de vida.
De acordo com um estudo da Consumer Choice, a maioria dos consumidores portugueses opta por comparar preços quando está a realizar compras, o que demonstra uma maior consciência do impacto das suas escolhas no orçamento.
A nomeação acontece no seguimento do processo concursal levado a cabo pela Comissão de Recrutamento e Seleção da Administração Pública para o cargo de diretor-geral da DGC.
A inflação em Espanha em termos mensais ficou em -3%. A inflação subjacente (que retira os preços da energia e alimentação devido à sua volatilidade) permaneceu, em setembro, em 2,4%, em termos anuais, enquanto que a variação mensal ficou em -0,3%.
"Este aumento na inflação é explicado pela aceleração dos preços nos serviços ((+2.4% depois de +2.1%) e um ligeiro declínio nos preços da energia (‑4.4% depois de ‑6.2%)", salienta o Insee.
O retalho do futuro será cada vez menos transacional e mais relacional, onde a tecnologia serve para ampliar a experiência humana e não para a substituir.
Já o 'core' IPC do Reino Unido (que exclui energia, alimentação, álcool e tabaco) aumentou para os 3,8% nos últimos 12 meses, em julho, face aos 3,7% registados em junho. O CPI ligado aos bens passou de 2,4% para os 2,7%, e o CPI dos serviços aumentou dos 4,7% para os 5%.
"O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,5% (2,4% em junho). A variação do índice relativo aos produtos energéticos fixou-se em -1,1% (-1,3% no mês anterior) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados acelerou pelo sexto mês consecutivo, para 6,1% (4,7% em junho)", indica o INE.
"A inflação subjacente — indicador que exclui os produtos alimentares não transformados e energéticos — situou-se em 3,8%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) do que em maio anterior. Os preços dos bens subiram 2,3%, enquanto os serviços registaram um aumento mais expressivo, de 5,3%", salienta a DREM.
Segundo Dong Lijuan, estatístico do Gabinete Nacional de Estatística, as medidas adotadas pelo Governo para estimular a procura interna e incentivar o consumo “continuaram a surtir efeito” no mês de junho.
"A inflação subjacente — indicador que exclui os produtos alimentares não transformados e energéticos — situou-se em 3,9%, menos 0,1 p.p. que em abril último. Os preços dos bens subiram 2,3%, enquanto os serviços registaram um aumento mais expressivo, de 5,4%", acrescentou a Direção Regional de Estatística.
"O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,2% (2,1% em abril)", diz o INE.