Confiar não é fechar, mas abrir, não é repetir os fiéis, mas convocar os que muito além dos círculos fechados podem ser mais desafiados a contribuir para o interesse comum.
O problema é que o 'track record' do Estado português neste domínio não é particularmente tranquilizador, deixando vir à tona aquelas que são as principais preocupações associadas aos fundos soberanos.