O jornal “The Guardian” revelou documentos, entre emails e faturas, que revelam atividades suspeitas de Boris Johnson durante o seu mandato, que terminou em 2022.
Em causa está a legislação redigida pelo Departamento de Saúde e Assistência Social (DHSC, na sigla em inglês), que visa impedir qualquer pessoa nascida depois de 2009 de comprar cigarros e que será debatida pela primeira vez na terça-feira, na Câmara dos Comuns.
Num artigo publicado no jornal 'The Daily Mail', Johnson argumenta que o apoio de Trump à Ucrânia na sua guerra contra a Rússia "pode ser uma grande vitória para o mundo", apesar da tibieza que o líder do Partido Republicano tem demonstrado nesta matéria.
Bom seria que os cidadãos, que depositaram a sua confiança em Trump e Johnson, extraíssem consequências também, pois foi através do instituto democrático do voto que ambos chegaram ao poder.
Ex-primeiro-ministro britânico renunciou ao cargo depois de receber os resultados de um inquérito parlamentar sobre declarações enganosas que fez ao Parlamento, quando afirmou repetidamente que todas as restrições sanitárias foram respeitadas em Downing Street durante a pandemia.
Sharp foi nomeado diretamente para o cargo, por proposta de Boris Johnson, após ter facilitado a concessão de um empréstimo ao antigo chefe do Executivo conservador e assumiu a liderança da BBC em 16 de fevereiro de 2021.
O comportamento irresponsável e pouco esclarecido de Londres assemelha-se a uma farsa perigosa, que nos pode conduzir a um beco sem saída. Há, por isso, que estar alerta.