A iniciativa é apresentada como uma medida de simplificação da cadeia de comando – que corresponde uma aposta na aposta em Inteligência Artificial. O grupo está a reduzir o número de trabalhadores.
Os portugueses olham cada vez mais para os automóveis de luxo. A Porsche foi a marca de luxo mais procurada no Standvirtual, com os anúncios da marca alemã a gerarem um crescimento de 2,5% face ao mesmo período do ano anterior. Mercedes-Benz e BMW ocupam a segunda e terceira posição, respetivamente.
Peugeot lidera as vendas no mercado total de ligeiros em Portugal nos registos até julho. Nos elétricos, Tesla sofreu quebra de 69% em julho, mas domina nos sete primeiros meses.
A fabricante alemã prepara-se para propor saídas voluntárias a cerca de metade dos seus colaboradores na Alemanha, cerca de 40 mil trabalhadores. Certa é a saída de oito mil trabalhadores até ao final de 2027.
Marcas premium alemãs estão a crescer a dois dígitos no mercado de carros elétricos, mostrando que a indústria automóvel europeia está a responder depois do primeiro embate da Tesla e das marcas chinesas. Vendas de carros eletrificados já pesam 70% nas novas matrículas em Portugal.
O lucro líquido da BMW caiu 23,1%, para 1.672 milhões de euros, no primeiro trimestre em termos homólogos, penalizado pelos direitos aduaneiros, nomeadamente dos EUA sobre os veículos europeus, e pelas provisões para riscos.
O Instituto Nacional de Estatística divulga números da inflação em fevereiro e o IGCP realiza dois leilões de Obrigações do Tesouro (OT), a cerca de sete e nove anos, com um montante indicativo global até 1.500 milhões de euros.
Num mundo cada vez mais elétrico e com uma ofensiva chinesa em curso, os portugueses continuam fiéis às marcas premium. Alemã BMW está apostar forte na eletrificação.
A fabricante alemã BMW está a recolher centenas de milhares de veículos devido a um risco de incêndio, anunciou hoje um porta-voz da empresa à AFP, confirmando a notícia avançada pela revista especializada Kfz-Betrieb.
A Porsche é a líder deste segmento, mas marcas históricas como a Bentley, Ferrari ou Maserati registaram crescimentos acima de 20% em 2025. Já o segmento premium é dominado pela Mercedes-Benz.
Nos primeiros nove meses do ano, o grupo, que junta BMW, Mini e Rolls-Royce, viu os lucros recuarem 420 milhões de euros face aos 6.132 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado, num intervalo em que as receitas também recuaram 5,6% para 99.999 milhões de euros.
A infraestrutura de carregadores da Galp na Península Ibérica praticamente duplicou a cada ano nos últimos cinco anos, passando de uma base de 500 carregadores em 2020 para os atuais 8.500. Os utilizadores desta nova instalação terão acesso a uma experiência de apenas 6 minutos ou 90 minutos, dependendo da categoria do carregador, para uma autonomia de 100 km.
Unidade vale 450 milhões. Decisão final será tomada em dezembro. Já houve conversas com potenciais clientes, como marcas automóveis europeias ou fabricantes chineses de baterias.
O cartel foi denunciado pela Mercedes-Benz à Comissão Europeia, o que lhe permitiu evitar a coima no âmbito do programa de clemência, enquanto 15 outras fabricantes de automóveis admitiram o seu envolvimento no cartel e concordaram em resolver o caso, não se escapando porém às multas.
O CEO da empresa, Oliver Zipse, afirmou nesta sexta, em entrevista à Bloomberg TV, que as tarifas impostas pelas disputas comerciais podem custar à empresa cerca de mil milhões de euros este ano.
As políticas de Donald Trump devem fazer cair a procura por elétricos, pelo que a empresa continua a investir em motores a combustão. De qualquer modo, vai continuar a lançar carros híbridos e elétricos.
A Stellantis e a Volkswagen, que têm grandes operações no México e estão muito vulneráveis às tarifas, recuaram 6,8% e 5,6%, respetivamente. Também a Volvo perdeu 6,5%, enquanto a Mercedes Benz, BMW e Porsche cederam entre 3,6% e 4,3% após a decisão de Donald Trump de impor tarifas ao Canadá, México e China.