A líder do Banco Central Europeu sublinhou que a banca tem expectativas demasiado altas. Aquele órgão divulga hoje os resultados dos testes de stress, que deverão revelar até que ponto o sector bancário está preparado para fazer face a um possível choque.
Os mais importantes índices da bolsa de Nova Iorque encerraram com ganhos. A tendência foi particularmente notória no índice tecnológico, depois dos avisos deixados pela presidente do BCE, Christine Lagarde.
"Eu acho que está a chegar ao fim e depois vai recuar", antecipou João Pedro Oliveira e Costa à margem do almoço-debate organizado pelo International Club of Portugal.
Especialistas presentes no fórum anual do Banco Central Europeu (BCE), em Sintra, sublinham que é necessário prestar atenção e assegurar uma maior preparação o que aí vem no futuro.
O presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Andrea Enria, instou os bancos da zona euro a acelerarem os planos de saída da Rússia, considerando que o progresso na redução de exposição àquele país tem sido lento, foi hoje divulgado.
O julgamento de Bolsonaro, o bloqueio do governo em Itália ao investimento proveniente da China e a rebelião na Rússia estarão também em análise com os comentários de Mário Martins, administrador da ActivTrades Brasil.
Dados desencorajadores e perspetivas pessimistas sobre a economia mantêm os mercados acionistas europeus sob pressão, numa altura em que o foco também se vira para o encontro do Banco Central Europeu em Sintra. Se as subidas das taxas de juro vão continuar a seguir ao verão será chave na discussão entre os responsáveis de topo dos bancos centrais mundiais.
Os dados da inflação, na Zona Euro e nos EUA, vão marcar as expectativas dos investidores e fazer-se sentir nas negociações tanto em Wall Street como nas principais bolsas europeias. Sintra volta a receber o Fórum do BCE esta semana.
Yannis Stournaras, governador do Banco da Grécia (e por inerência, membro do Conselho de Supervisão do BCE) pediu prudência aos seus colegas do Conselho no momento de decidir relativamente às novas (e previsíveis) subidas das taxas de juro.
Na reunião desta semana, cujas conclusões foram conhecidas na madrugada desta sexta-feira, a entidade monetária nipónica decidiu por unanimidade manter as taxas de juro de referência em valor negativo.
A presidente do BCE realça que ainda “não se verificam efeitos de segunda ordem”, mas pede que as negociações salariais não sejam feitas “numa lógica de ‘toma lá, dá cá’", sob pena de agravar a dinâmica de preços.
BCE decidiu esta quinta-feira uma subida das taxas de juro de 25 pontos base e Christine Lagarde explica as razões por detrás da decisão do banco central. Veja em direto.
Nuno Sousa Pereira, head of investments da Sixty Degrees e Marco Silva, consultor de investimentos, antecipam o que poderá sair da reunião do BCE de quinta-feira.
O Banco Centro Europeu quer continuar a tomar medidas para fazer face à inflação. Para isso, pretende receber, da banca, parte do valor que injetou na economia antes e durante a pandemia. São 500 mil milhões de euros, que correspondem ao dobro do PIB português.
Quando os 476,8 mil milhões de euros em empréstimos concedidos ao abrigo do programa TLTRO do BCE atingirem a maturidade a 28 de junho, há bancos que vão sentir o impacto. As instituições financeiras italianas são as que mais preocupam.