A qualidade de vida deve entrar nas contas das políticas públicas. O crescimento económico ganha sentido quando melhora, de forma verificável, a vida das pessoas.
Estaremos à altura de criar e manter o equilíbrio necessário para garantir que a super-persuasão da IA seja uma força para o bem coletivo e não uma ferramenta para a ampliação das fissuras já existentes?
O presidente do parlamento da Madeira disse que quando se esperava uma revisão da Constituição que "aumentasse os poderes legislativos da Região, designadamente os fiscais, e acabasse com os complexos centralistas e com conflitos desnecessários, temos uma revisão feita às escondidas nos gabinetes recônditos de São Bento, que vai dar em nada e que constituirá mais um fracasso".
Após a Declaração de Bolonha, a formação superior que temos parece responder mais aos desafios económicos e políticos do que aos culturais. Será que a alternativa da universidade é a redução do ensino e do saber a critérios de eficácia?
Uma ideia simples para melhorar a acessibilidade: permitir o acesso aos serviços de psicólogos em serviços públicos e ainda aumentar mais a abrangência da cobertura no mercado de seguros. Será isto assim tão radical?
Neste momento, a única certeza que temos é que há um cancro de insatisfação a alastrar por todo o mundo do trabalho, incapaz de dar respostas às necessidades da sociedade.
Mais do que nunca se fala da necessidade de reestruturar o Estado Central no sentido de se avançar no processo de descentralização e desburocratização.