Contudo a Apple, agora liderada por John Ternus, não consegui manter a liderança até ao final da sessão de 23 de outubro dando lugar no topo novamente à Nvidia.
A Nvidia viu o valor das suas ações crescerem consideravelmente desde que apresentou os resultados trimestrais no fim do mês passado. Apple foi ultrapassada duas vezes só este ano, com as fracas vendas do iPhone a fazerem cair a sua capitalização.
A empresa especialista em microprocessadores subiu 20% nas últimas três sessões para um total anual de 137% e está "apenas" a 100 mil milhões de dólares da Apple que ocupa o segundo lugar, mas ainda longe da Microsoft.
Escritório de advogados Amsterdam & Partners, que representa o governo de Kinshasa, recebeu novas informações sobre a alegada compra de minerais extraídos em zonas de conflito do país pela fabricante do iPhone.
Estudo do Consumidor de 2024, apresentado esta quinta-feira pela Superbrands Portugal, na Universidade Católica, revela um crescimento das marcas portuguesas no TOP 20. De sete no ano passado aumentaram para 10, sendo agora metade. No ranking nacional, o pódio é constituído pelo Continente, Delta Cafés e Pingo Doce.
O mercado já perspetivava uma descida do número de vendas do iPhone, com os números apresentados a ficarem em linha com os esperados. Em termos anuais, os 45,96 mil milhões de receitas significam menos 10% de vendas que em 2023.
Novobanco, CTT, Shell, Maersk, Apple e Novo Nordisk apresentam os resultados financeiros do primeiro trimestre. O INE divulga as estimativas mensais de emprego e desemprego de março.
O volume de telemóveis comercializados pela Apple registou uma queda global de 10% no primeiro trimestre e permitiu à Samsung suplantar a rival quanto ao número de vendas. No podcast "JE Entrevista", André Marques da Silva, administrador da representante da Apple em Portugal, mantém o otimismo em relação a 2024 e diz: "vamos conseguir superar a Samsung".
A tecnológica chinesa obteve uma quota de mercado de 17% em comparação com os 10% que controlava no mesmo período do ano passado, revela um relatório da Canalys.
A gigante tecnológica norte-americana confirmou ter retirado as duas aplicações da Meta, depois de ter recebido ordens nesse sentido da administração de cibersegurança da China.
Vendas de smartphones aumentaram no primeiro trimestre do ano, quando comparado com os três meses anteriores. A Samsung voltou a destronar a Apple, em parte devido ao bloqueio que a empresa norte-americana está a sofrer na China.
A gigante tecnológica foi multada no mês passado por ter "restrições que constituíam condições comerciais injustas" às plataformas de streaming de música. Agora apresentou um plano aos reguladores europeus para ser avaliado.
A Foxconn é responsável pela montagem de dispositivos da marca norte-americana e registou quedas na faturação, tanto em termos homólogos, como em comparação com o quarto trimestre do ano passado.
Os reguladores da concorrência da União Europeia (UE) vão iniciar uma investigação às três empresas tecnológicas por alegadas suspeitas de violação da lei dos mercados digitais. Caso se verifiquem as suspeitas, as empresas podem enfrentar multas pesadas, de até 10% do seu volume de negócios.
Os principais índices da bolsa de Nova Iorque terminaram a sessão com ganhos. Destaque para para a subida do Goldman Sachs, que contrasta com o recuo da Apple, também acima de 4%.
Os Estados Unidos consideram que a Apple monopoliza o mercado de smartphones, violando a lei antitrust. Por essa razão, o departamento de justiça norte-americana abriu um processo contra a empresa.
O Departamento de Justiça está a finalizar um processo contra a empresa liderada por Tim Cook por práticas monopolistas que considera ilegais, com a ação legal a poder ser apresentada já esta quinta-feira.
A Alphabet (4,60%; 147,68 dólares) deu um impulso considerável ao mercado depois de a 'Bloomberg' sido noticiado que a Apple estará em negociações para integrar o modelo de inteligência artificial (IA) da Google no iPhone.
Caso o acordo entre as duas tecnológicas seja fechado, a Google vai consolidar-se no mercado, dado que estará a oferecer o seu serviço do Gemini para mais de dois mil milhões de utilizadores mundiais.
O CEO da tecnológica está a ser acusado de ter mentido aos mercados quando fez baixar as perspetivas de receitas da empresa, em face de uma suposta queda da procura na China. As declarações remontam a janeiro de 2019.