Uma década depois, o país chega a uma encruzilhada: há avanços nas contas públicas e na energia, mas persistem bloqueios na produtividade, investimento e na criação de valor.
Associação considera positivas várias medidas anunciadas por Ursula von der Leyen, mas avisa que a defesa da indústria europeia não pode aumentar os custos das empresas que utilizam aço e metais nem facilitar a entrada de produtos transformados de países terceiros.
Em 22 e 23 de junho, o presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal estará no Norte para reunir com empresariais e instituições para encontrar oportunidades de negócio.
Sérgio Sousa Pinto considera que o atual contexto europeu de instabilidade e transformação económica pode abrir novas oportunidades para a indústria portuguesa aumentar a sua capacidade exportadora.
Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, considera que a diferenciação e a capacidade de resposta continuam a distinguir as empresas portuguesas nos mercados internacionais.
Paulo Rios de Oliveira, administrador da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) referiu que a entidade pública “tem o dever de fazer muitas coisas, entre elas ajudar de várias maneiras”.
Na conferência anual da AIMMAP, frisou-se que o setor dá cartas, mas tem de crescer mais. O que falta? Políticas, mas também mais ambição dos empresários portugueses.
Empresários partilham experiências de internacionalização, falam da capacidade de adaptação e da antecipação de problemas. E colocam o dedo na ferida, uma barreira chamada burocracia.
Vítor Neves, presidente da direção da AIMMAP, comenta que a indústria metalomecânica portuguesa precisa de acrescentar serviços, marketing e conceção de produto para aumentar valor acrescentado.
Na conferência anual da AIMMAP, frisou-se que o setor dá cartas, mas tem de crescer mais. O que falta? Políticas, mas também mais ambição dos empresários portugueses.
Vítor Neves, presidente da AIMMAP, salienta que há um "défice de ambição" em Portugal para as empresas crescerem e internacionalizarem. Coloca esta falta de ambição nos empresários, mas as políticas públicas devem ser feitas para ajudar a criá-la.
Sérgio Sousa Pinto admite que a desgraça da necessidade de rearmamento da Europa é uma oportunidade para o setor metalúrgico nacional. Mas deixa um aviso: ou a União Europeia procede com sensatez, ou o mercado será capturado pelos ‘tubarões’ do costume.
A CEO da Caetano Bus, Patrícia Vasconcelos, refere que a burocracia ainda é um grande obstáculo às empresas para desenvolverem e conseguirem competir melhor internacionalmente.
Num setor tão importante como o da metalúrgica e metalomecânica, o desafio de criar valor e vender melhor ainda existe. No caso da Siroco, empresa portuguesa, essa criação começa com os colaboradores.
A Inteligência Artificial é um instrumento que está a consolidar-se, mas é na China e nos Estados Unidos que está o desenvolvimento. As empresas e as entidades públicas têm de contribuir para alterar este estado de coisas. Tiago Mateus, administrador do Banco de Fomento, deu pistas para isso.
A conferência da "Vender Valor", da AIMMAP, realiza-se esta quarta-feira, em Guimarães e prevê debater a internacionalização, o financiamento, a produtividade e a qualificação industrial do setor.
Setor bateu novo recorde exportador em 2025 e procura reforçar competitividade através da tecnologia, sustentabilidade e conhecimento incorporado nos produtos. Conferência anual da AIMMAP coloca o foco na capacidade de “vender valor” ao mundo.
O acordo provisório alcançado entre o Conselho e o Parlamento Europeu para reforçar as medidas de salvaguarda do aço está a gerar forte contestação entre os industriais portugueses, que temem um agravamento da perda de competitividade. A AIMMAP diz que este agrava os custos, penaliza quem transforma e avisa que poderá haver deslocalização da indústria
O assunto não está totalmente fechado e não é claro, tendo levado a Comissão Europeia a pedir esclarecimentos à administração norte-americana. Mas, qualquer compensação será devida aos importadores norte-americanos e não aos exportadores.
O governo português tem a obrigação de estar activamente ao lado da mais exportadora e empregadora indústria portuguesa. Se não o fizer, falhará rotundamente no cumprimento das suas obrigações de defesa do interesse nacional.
O vice-presidente executivo da associação do setor metalúrgico e metalomecânico diz que os sindicatos estão apostados em “fornecer uma prova de vida” que as novas gerações já não lhe reconhecem.