Em vista está o propósito de causar dificuldades à economia russa, em função da guerra com a Ucrânia, nos últimos dias da administração liderada pelo democrata.
Os Estados-Unidos tornam-se "o maior financiador bilateral do mundo em matéria de finanças climáticas", de acordo com a informação divulgada pela Casa Branca
A ConocoPhillips detém a concessão de uma reserva com 8,7 mil milhões de barris de petróleo, mas viu as possibilidades de exploração cortadas de forma severa, depois de a Casa Branca ter aprovado o projeto no ano passado. Por isso, colocou uma ação em tribunal, tal como fez o governo estatal há uma semana.
A decisão de Benjamin Netanyahu atira para o lixo mais um projeto de acordo - o que induz uma mensagem clara: não haverá paz enquanto Israel considerar que o seu objetivo central, eliminar o Hamas, não foi atingido.
Não deixa de surpreender quem no passado defendeu as intervenções humanitárias no Kosovo e na Líbia, não comparáveis ao que se está a passar na Palestina, esteja agora silencioso e, nalguns casos, até contemporizador com o comportamento de Telavive.
Mais recentemente, temos assistido a intervenções de várias entidades apelando à obtenção de uma solução política para o conflito, todas admitindo a possibilidade da amputação territorial da Ucrânia.
O general norte-americano Mark Milley deu recentemente nota de que as negociações seriam a solução lógica para o conflito ucraniano, salientando que “ambos os lados devem chegar, por eles próprios, a essa conclusão”.
Ao contrário da Administração anterior, Biden vê a eliminação de Moscovo como um passo determinante e necessário antes da confrontação militar com a China, e assim dominar a Eurásia, o seu o último objetivo.