STEC recorre à DGERT para negociação salarial com a Caixa Geral de Depósitos

O Sindicato de Trabalhadores das Empresas do grupo Caixa Geral de Depósitos decidiu recorrer à conciliação na Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho para negociar o aumento dos salários dos trabalhadores do banco estatal depois de este ter rejeitado a última proposta de subida dos rendimentos.

STEC recorre à DGERT para negociação salarial com a Caixa Geral de Depósitos
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O Sindicato de Trabalhadores das Empresas do grupo Caixa Geral de Depósitos (STEC) vai recorrer à conciliação na Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) nas negociações salariais com a Caixa Geral de Depósitos (CGD). Um passo que é dado depois de o banco estatal ter rejeitado a última proposta de subida dos salários dos trabalhadores avançada pela entidade sindical.

“A administração [da CGD] decidiu agora que a última proposta de acordo salarial apresentada pelo STEC (4,1% de aumento, com um mínimo de 79 euros e com a atualização das diuturnidades congeladas há cinco anos), representava um custo insustentável”, pondo “em causa a sustentabilidade financeira da CGD”, refere o sindicato num comunicado divulgado esta segunda-feira.

A mesma entidade, por considerar que esta posição é “um ataque à dignidade dos trabalhadores da CGD”, decidiu “levar a negociação para o Ministério do Trabalho, requerendo o início da fase de conciliação na DGERT, na expectativa que, pelo menos aí, as regras de negociação e bom senso, sejam respeitadas e dignificadas”.

O STEC afirma que “manterá todo o empenho e dedicação na obtenção de uma atualização salarial para o ano de 2024 consentânea com o aumento da produtividade dos trabalhadores da CGD, espelhada nos lucros históricos da empresa, e que permita recuperar algum do poder de compra perdido nos últimos anos”.

A Caixa fechou o primeiro trimestre de 2024 com um resultado líquido consolidado de 394 milhões de euros, o que representou um crescimento de 38,4% face ao mesmo período do ano passado.

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