Lalanda de Castro e Cunha Ribeiro em liberdade

Os arguidos no âmbito da operação ‘0 Negativo’ viram as medidas de coacção alteradas. No entanto, estarão proibidos de manterem contacto um com o outro e não podem sair do país.

Lalanda de Castro e Cunha Ribeiro em liberdade
tribunal

O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa alterou as medidas de coacção que tinham sido aplicadas aos arguidos da operação ‘0 Negativo’, de acordo com informação avançada pela SIC Notícias.

No inquérito da ‘Operação O Negativo’, dirigido pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, investigam-se suspeitas de que Lalanda e Castro e Luis Cunha Ribeiro – ex-presidente do INEM -, que estava ligado a procedimentos concursais públicos na área da saúde, terão acordado entre si que este último utilizaria as suas funções e influência para beneficiar indevidamente a Octapharma.

Em causa estão factos suscetíveis de se enquadrarem na prática de crimes de corrupção ativa e passiva, recebimento indevido de vantagem e branqueamento de capitais.

No âmbito deste processo, foram igualmente constituídos arguidos um representante da Associação Portuguesa de Hemofilia e dois advogados, um deles Farinha Alves. Lalanda e Castro é ainda arguido nos processos ‘Operação Marquês’ e ‘Vistos Gold’.

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