Os serviços de telessaúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão passar a ter uma coordenação central, informou, esta sexta-feira, o Ministério da Saúde.
O reforço do serviço de telessaúde foi assinado pelo Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, e “cria a nova estrutura, que permitirá reforçar as novas respostas de saúde ‘à distância’ de forma consistente e em todo o país, contribuindo para aumentar o acesso aos serviços de saúde e a proximidade, sobretudo junto das populações mais vulneráveis”.
O diploma já foi publicado em Diário da República e “estabelece que a Unidade Central de Prestação de Cuidados de TeleSaúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), abreviada como UCeT, fica integrada no Centro Nacional de TeleSaúde, que funciona sob gestão da SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE”.
“Esta estrutura passa a assegurar os diferentes serviços de telessaúde do SNS, onde se incluem telerastreios, mas também valências de teleconsulta em tempo real e em tempo diferido, telemonitorização ou telerabilitação, entre outros”, é referido no mesmo comunicado.
Assim, estrutura fica agora responsável por implementar, a nível nacional, o novo serviço de teleconsultas médicas dedicado às pessoas mais idosas e/ou mais vulneráveis, nomeadamente aos beneficiários das respostas da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados”.