Centro de Arbitragem Comercial debateu direito e deveres da arbitragem

O Centro de Arbitragem Comercial (CAC) da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) realizou o seu XVI Congresso subordinado ao tema “Da teoria à prática, do direito à arbitragem aos deveres dos players”.

Centro de Arbitragem Comercial debateu direito e deveres da arbitragem
Centro de Arbitragem Comercial

O Centro de Arbitragem Comercial reuniu o XVI Congresso para refletir sobre o direito à arbitragem e os deveres do setor nos dias 06 e 07 de julho, no salão nobre da da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP).

O XVI Congresso teve como tema “Da teoria à prática, do direito à arbitragem aos deveres dos players” e contou com a participação de um alargado leque de oradores, que incluiu “alguns dos principais protagonistas da comunidade arbitral, do setor nacional e internacional”,

O congresso refletiu sobre temas como o direito à arbitragem, os deveres dos árbitros, os deveres das instituições, a flexibilidade processual, o impacto das sanções económicas na arbitragem internacional e as dez regras de ouro de condução de um caso num mundo em mudança.

Mariana França Gouveia, presidente do CAC, fala no “mais antigo e prestigiado centro de arbitragem comercial em Portugal” e diz que “o principal objetivo deste Congresso, que já vai na sua 16ª edição, foi pensar o futuro do setor, contribuindo para a descoberta de novos e melhores caminhos para o adaptar a estes tempos de mudança”

O Centro de Arbitragem Comercial da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CAC) foi fundado em 1987 e é o mais antigo centro de arbitragem comercial em Portugal.

Relacionado

Nadim Habib: “Sabemos mudar o suficiente para não ter de mudar nada”

Nadim Habib: “Sabemos mudar o suficiente para não ter de mudar nada”

Teresa Cotrim21 Out
O professor da Nova SBE considera que Portugal e a Europa estão presos a modelos desenhados para uma realidade que já não existe. Da saúde às empresas, passando pelo Estado e pela inteligência artificial, defende menos remendos, mais produtividade e uma estratégia de longo prazo. O problema não é a falta de vontade de trabalhar, mas a ausência de uma visão que mostre às pessoas que o esforço de hoje vai melhorar o futuro. "Os portugueses precisam de ver uma luz ao fundo do túnel", descreve
OE2027: AD defende “orçamento de que o país precisa”, Chega fala em “orçamento zero” e PS justifica abstenção com a estabilidade
Hub

OE2027: AD defende “orçamento de que o país precisa”, Chega fala em “orçamento zero” e PS justifica abstenção com a estabilidade

Maria Teixeira Alves21 Out
O Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) dividiu os partidos no painel político da conferência do Jornal Económico e da EY, em Lisboa. A AD elogiou um documento que reduz impostos e mantém excedentes, numa altura em que Portugal cresce acima da média da UE. O Chega acusou-o de não ter reformas estruturais e o PS reiterou que se vai abster, sem deixar de criticar a falta de resposta à habitação e aos combustíveis.