“Caos em França teria consequências mais graves se fosse noutro sítio”. Veja “A Arte da Guerra”

Casas de rating e investidores internacionais a darem nota da sua impaciência com França; um presidente do Brasil a tentar evitar o inevitável e uma administração republicana em modo trágico-cómico. Estes temas merecem a análise semanal do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“Caos em França teria consequências mais graves se fosse noutro sítio”. Veja “A Arte da Guerra”
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O caos que se vive em França só não tem consequências mais graves porque acontece precisamente em França. Com as casas de rating e os investidores internacionais a darem nota da sua impaciência, o certo é que o conjunto de partidos e de políticos gauleses não parece estar a fazer tudo o que podia para acalmar os mercados. Eles que esperem! Até, pelo menos ao mês de maio, quando tudo poderá clarificar-se. Ou não.

Pouco claro está o processo político no Brasil, onde Lula da Silva tenta desesperadamente lutar contra aquilo que parece inevitável: a sua derrota – afinal, o mesmo resultado com que começou as suas ‘aventuras’ presidenciais.

Já nos Estados Unidos, país onde a clareza política deixou de ser uma preocupação, continua a saga tragico-cómica de uma administração republicana que é o melhor antídoto de si própria.

Tudo para ver no programa desta semana de A Arte da Guerra, com o embaixador Francisco Seixas da Costa e condução do jornalista António Freitas de Sousa.

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